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Ping-pong

Ratinho

Lilian Amarante

Ratinho: o bizarro ainda
está em cena

Acabou a baixaria na tevê?
Confundem baixaria com coisas populares. Nós tiramos a baixaria e colocamos o popular e esse
não vai cair nunca.

Qual a razão da mudança?
Fiz um acordo com o Secretário de Direitos Humanos para mudar o programa. É o que estou fazendo, aos poucos, para não assustar a audiência.

Quando você decidiu não mostrar mais brigas?
Quando um rapaz discutiu com a sogra, chutou e quebrou a perna dela, no ar. Eu me senti mal para burro. Chamei a polícia, mandei prendê-lo e vi que não estava no caminho certo.

A resposta da audiência tem sido positiva. Se fosse o contrário?
Eu iria manter essa mesma linha.

O que é mais baixaria que você, hoje, na tevê?
Meninas de 15, 16 anos em cenas de sexo no final da tarde e começo da noite. Isso é mais baixaria que eu, e as pessoas acham que é normal.

Onde aparece isso?
Na série Malhação (Rede Globo) e nas novelas.

O Ratinho mudou?
Eu aprendi que não preciso apelar ou chocar para ter audiência.
Mas sei também que se eu não desse aquele choque no começo não teriam prestado atenção em mim.

Como você se define?
Eu sou o Mazaroppi da TV.
Meu programa é uma família engraçada que ajuda as pessoas.

Então você está light?
Light não, eu só me popularizei. Continuo grosso como um dedão destroncado.

 

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