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João Barone

Ramiro Zwetsch

Beatlemaníaco assumido e um dos produtores de Submarino Verde e Amarelo, João Barone conversou com Gente sobre o projeto.

Como surgiu a idéia?
Fui convidado para fazer a produção musical para um especial do canal Multishow. Do programa nasceu o disco. Queríamos fazer algo assistencial, por isso a arrecadação (da bilheteria do show e de parte das vendas do CD) é destinada à ala infantil do hospital do câncer.

Porque o Gilberto Gil e o Rodolfo, dos Raimundos, estão no programa e não no disco?
O Gil vai usar sua versão para “Something” em um futuro disco autoral e o Rodolfo se surpreendeu tanto quanto eu por não estar no disco. Curiosamente, os dois estão vinculados à gravadora Warner e o CD está sendo lançado pela Sony. Não houve acordo, por razões que não conheço.

Já Zé Ramalho e João Bosco estão no disco, mas não no programa.
Aí foi problema de tempo. A gente tinha um prazo para gravar o especial e os dois não estavam disponíveis. Para a gravação no estúdio, eles chegaram com arranjos prontos e jogaram sua própria tinta nas versões. São as únicas faixas em que não participei dos arranjos.

Não mudar muito os arranjos originais foi uma opção?
Essencialmente quase todas as versões são parecidas com as originais, mas revelam novas nuances. “Ob-La-Di Ob-La-Da”, com Samuel Rosa, por exemplo, puxa para o ska e “Revolution”, com Frejat, tem uma levada mais rhythm’n’blues.

 

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