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Geneton Moraes Neto

Ramiro Zwetsch

Foto: Edu Lopes/Época
O Goleiro Barbosa (acima) e
Geneton (abaixo)
Foto: Kiko Cabral

Uruguai 2, Brasil 1. A derrota na final da Copa de 1950, dentro do estádio do Maracanã, é até hoje o maior trauma do futebol brasileiro – tanto que motivou o jornalista Geneton Moraes Neto, 43 anos, a reconstruir o episódio no seu recém lançado livro, Dossiê 50. Geneton entrevistou os onze jogadores brasileiros titulares daquela Copa, apresentando uma versão de quem estava no campo na final de 50.

Como surgiu a idéia do livro?
Em 1985, eu ia entrevistar o goleiro Barbosa, que era titular na Copa de 50, e queria fazer a conversa no gramado do Maracanã. Ele me disse: “Lá
dentro não”. Aquilo me surpreendeu
e resolvi, então, fazer o livro.

Você já tinha escrito sobre futebol?
O fato de eu nunca ter sido cronista esportivo, me ajudou a criar uma visão de dentro de campo, como repórter e torcedor.

Depois da pesquisa, qual é a sua visão?
Aqueles jogadores são vistos como vilões do futebol brasileiro, mas para mim foram os primeiros heróis. O Brasil aprendeu a ter medo de seus adversários.

Os jogadores ainda sofrem, 50 anos depois?
Todos sentem uma nostalgia. O Chico (ponta esquerda) acha até hoje que se tivesse dado uma entrada violenta em um uruguaio, poderia ter mudado a história do jogo.

Você vai continuar escrevendo sobre futebol?
Penso em fazer um dia um Dossiê 98, sobre a derrota para a França.

 

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