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Animação

Titan
Desenho futurista tenta fisgar platéias adultas com sofisticação visual e roteiro inteligente

Neusa Barbosa

Divulgação
Titan é um show de efeitos: cenas em segunda e terceira dimensões

Poucas vezes um desenho animado corteja platéias menos infantis.
Esta é a primeira surpresa de Titan. Adolescentes e adultos encontrarão
no filme de Don Bluth e Gary Goldman (Anastasia) motivos de sobra para entretenimento em termos de enredo, efeitos visuais e trilha sonora, visitada por grupos como Blis, Lit e Jamiroquai.


No ano 3028, a humanidade chega a um altíssimo nível tecnológico mas também encara a extinção pura e simples. Desta vez, a ameaça vem
de fora, na figura dos drejs – guerreiros gigantescos, azuis e mal-encarados. Sentindo-se ameaçados pela evolução dos terráqueos, os drejs simplesmente aniquilam o planeta.


Um punhado de sobreviventes, porém, deu o fora a tempo. Entre eles,
o jovem Cale (voz de Matt Damon), a quem o pai cientista confiou um misterioso anel antes de despachá-lo em segurança numa nave. O anel é a chave para o funcionamento de Titan, estação espacial perdida que guarda o poder de constituir uma segunda Terra, contendo um banco genético que abrange todas as suas espécies animais e vegetais.


Cale leva algum tempo para acreditar na sua missão. Criado por um alienígena, é um cético radical até encontrar Korso (voz de Bill Pullman, Independence Day), um amigo de seu pai desaparecido, e a bela Akima (Drew Barrymore, Nunca Fui Beijada). Mas, acompanhados de um trio de simpáticos ETs, eles vão embrenhar-se no espaço em busca do esconderijo de Titan, enfrentando perigos como um mar suspenso de afiados blocos de gelo – uma das seqüências visualmente mais deslumbrantes do filme, que combina imagens em segunda e terceira dimensões às vezes num mesmo quadro.


O roteiro é obra de três autores credenciados, Ben Edlund (criador
de The Tick, quadrinho e série de animação muito popular nos EUA), John August (que escreveu o ótimo sucesso jovem Vamos Nessa!) e Joss Whedon (indicado ao Oscar de melhor roteiro pelo desenho Toy Story). Só é pena que eles não tenham dado mais espaço para que os vilões drejs explicassem suas motivações. O filme ficaria ainda melhor.


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