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Foco

Santana essencial

Ramiro Zwetsch

Desde a estrondosa recepção de Supernatural – que vendeu 20 milhões de cópias pelo mundo e faturou sete prêmios Grammy este ano – Carlos Santana tem tido motivos de sobra para rir. Mas o guitarrista deve achar mais graça ainda quando ouve falar em “descoberta” da música cubana. Ry Cooder foi responsável sim, pela “(re)descoberta” das sonoridades de Cuba, com o projeto Buena Vista Social Club (leia foco ao lado). Mas Santana já chamava atenção aos ritmos da ilha desde o fim dos anos 60.

Seus três primeiros álbuns acabam de ser relançados para desfazer qualquer dúvida. Santana (1969), Abraxás (1970) e Santana III (1971) reúnem o filé da obra do guitarrista mexicano, e registram as primeiras gravações de clássicos como “Evil Ways”, “Guajira”, “Black Magic Woman” e “Soul Sacrifice”. Para os interessados em música cubana, “Oye Como Vá”, presente em Abraxás, é um desbunde. De autoria de Tito Puente (falecido em junho deste ano), a canção é a que melhor resume o encontro da salsa com o rock – mistura presente em toda obra de Santana.

Essenciais para os antigos fãs, os CDs podem até causar estranhamento para quem conheceu o guitarrista em Supernatural. Em alquimia única, Santana e banda exibem o mesmo virtuosismo dos músicos de jazz, flertando com funk, salsa e o que mais viesse pela frente. Essa trilogia é simplesmente a raiz da farta colheita da qual agora ele desfruta.

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