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Enciclopédia

Enciclopédia do Cinema Brasileiro
A história do nosso cinema escrita em 706 verbetes

Lilian Amarante

Ordenar a produção cinematográfica no Brasil nunca foi tarefa fácil, ou possível. Agora, pelo menos no papel, as coisas começam a se organizar. Enciclopédia do Cinema Brasileiro (Ed. Senac, 664 págs, R$ 68) é um livro de consulta, como toda enciclopédia deve ser. Tem mais de 700 verbetes e a intenção de traçar um panorama do cinema brasileiro, citando não apenas as obras, mas principalmente os profissionais desse setor. Aliás, é a partir dos diretores, atores, fotógrafos ou cenógrafos que o leitor localiza os filmes – o que torna a consulta mais difícil.

A obra, organizada por Fernão Ramos e Luiz Felipe Miranda e escrita por 45 colaboradores, contém ainda verbetes temáticos, como Cinema Novo, Chanchada, Vera Cruz, Boca do Lixo ou Documentário. Na seleção dos diferentes itens, os autores fizeram uma seleção quantitativa e qualitativa. Obras extensas são citadas, independente de sua qualidade, mas cineastas com poucas – porém importantes – obras também conseguiram seu espaço. É o caso de Cléo Verberena, que dirigiu um único filme – O Mistério do Dominó Negro – em 1930. Ela está na enciclopédia por ter sido a primeira mulher a dirigir um filme no Brasil. Talvez por falta de espaço, a seleção deixou de fora nomes importantes como Tata Amaral, de Um Céu de Estrelas e Através da Janela, e Beto Brant, que ganhou vários prêmios no Festival e Gramado com seu ótimo Os Matadores. Um pecado.

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