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Aventura

Missão Impossível 2
Tom Cruise e John Woo dão show nas perigosas cenas de ação

Marina Person

Divulgação
Tom Cruise em cena: ator dispensou dublê na cena do penhasco

Atenção, na próxima sexta-feira, 22, você tem a missão de descobrir como Tom Cruise fez a cena inicial, a já clássica do penhasco, sem dublê. Pelo menos é o que afirmam os produtores do filme. A cena foi motivo de preocupação para toda a equipe, já que o superastro de Hollywood, e co-produtor do filme, insistiu em fazê-la sozinho. O diretor John Woo aceitou a vontade de Cruise a contragosto e para seu maior desespero, apesar das seis câmeras simultâneas, ele ainda teve que pedir ao galã que repetisse o take algumas vezes. Valeu a pena.

A história de Missão Impossível 2 é o de menos. O agente Ethan Hunt (Tom Cruise) tem que encontrar o vilão, um escocês malvado chamado Seal Ambrose (Dougray Scott, de Impacto Profundo) e impedir que este roube e espalhe um vírus letal, só para faturar com o antídoto. Claro que se fosse só isso estava fácil, mas ao contrário do primeiro filme, no qual o superagente mal conseguia dar um beijo na namorada, os roteiristas resolveram dar ao herói uma merecida chance no amor. Não sem alguma complicação, é claro.

A morena caliente que garfa o coração do rapaz é Nyah Hall (Thandie Newton), uma ladra de jóias com habilidades tão mirabolantes que logo é escalada pra dar uma mão a Hunt. O problema é que ela já teve uma certa intimidade com o bandido, e por isso mesmo provoca a reconciliação a fim de segui-lo e fornecer informações à equipe da Força Missão Impossível. O único que sobrou pra contar a história do filme anterior foi o gênio dos computadores Luther (Ving Rhames).

Ao apanhar o bastão do mestre Brian de Palma, que dirigiu o primeiro Missão Impossível há quatro anos, o mago dos efeitos visuais John Woo fez o que sabe de melhor. Cenas de luta perfeitamente coreografadas e perseguições para todos os gostos: carros, motocicletas, helicóptero. Sem dúvida é um balé bastante violento, mas ninguém pode reclamar que não ficou com o coração na mão. Anthony Hopkins está impecável, como sempre, no papel do comandante da missão. Como diz o seu personagem, não trabalhamos com ações difíceis, só as impossíveis mesmo.

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