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Comédia dramática

Um Estranho Chamado Elvis
Comédia com Harvey Keitel perde rumo e vira dramalhão

Ramiro Zwetsch

Divulgação
Keitel: Elvis hilário

Depois de se destacar no dois primeiros filmes de Quentin Tarantino (Cães de Aluguel e Pulp Fiction), Harvey Keitel tornou-se um daqueles atores veteranos de maior prestígio em Holywood. Em Um Estranho Chamado Elvis, do estreante diretor David Winkler, a atuação de Keitel quase salva o roteiro – que acaba se equivocando ao diluir a essência cômica com cenas de dramalhão dispensável.

Keitel não só chama-se Elvis como acredita ser o próprio rei do rock – que faleceu em 16 de agosto de 1977 – e planeja um retorno triunfal a Graceland, o antigo lar de Presley. Para isso conta com a carona do melancólico Byron Gruman (Jonathon Schaech, Rush – Uma Viagem ao Inferno), personagem que amarga um ano de sofrimento da morte acidental de sua noiva.

Enquanto Keitel esbanja competência na pele de um personagem hilário, Jonathon escorrega na interpretação do drama vivido por Gruman. Tão contrastante quanto o nível das atuações, o roteiro oscila entre cenas de humor irresistível e apelações para um drama que não se sustenta nem comove. Se investisse um pouco mais na comicidade de Keitel, que convence personagens e espectadores como “rei do rock”, Um Estranho Chamado Elvis poderia render muito mais.

Keitel quase salva

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