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Você conhece bem os seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando. Respostas no final da coluna.

1. Nunca gostei de usar sapatos, por isso sou chamada de “a diva dos pés descalços”. Apesar de minha fama internacional como cantora, até hoje moro em Mindelo, a capital do arquipélago onde nasci, uma antiga colônia portuguesa na costa atlântica da África. Saí do internato aos 13 anos e, aos 16, comecei a carreira que me tornou a figura mais famosa de Cabo Verde. No Brasil, me conhecem por ter cantado “É Doce Morrer no Mar”, de Dorival Caymmi.

2. Não sei porque, mas acabei me especializando em papéis de lunáticos, trapaceiros e vagabundos. Há pouco tempo eu estava no ar com uma microssérie na Globo, sobre a vida de um pintor errante que é degredado de Portugal para o Brasil e vira Caramuru, o “filho do fogo, sobrinho do trovão”. Não foi minha primeira microssérie, pois também interpretei Chicó em O Auto da Compadecida, de quatro capítulos. Mas todos lembram mesmo é de Emanoel, o malucão de Greenville na novela A Indomada.

3. Sou americana, mas estrelo um filme brasileiro feito em família. Além de o diretor ser meu marido, minha sogra é a produtora. Mas eu já era famosa antes disso. Em 1976, fiz as platéias do mundo todo morrerem de medo com minha interpretação endiabrada de Sue Snell em Carrie, a Estranha, de Brian DePalma. Depois fiz todos chorarem com a pianista que personifiquei em A Competição. Agora estou estreando Bossa Nova, que espero seja indicado para o Oscar de melhor filme estrangeiro.

1. Cesária Évora, cantora de Cabo Verde
2. Selton Mello, ator
3. Amy Irving, atriz americana

 


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