Diversão & arte - Televisão  
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Parada (acima) e cena de
Paixões Proibidas: co-produção
da Band com a RTP, de Portugal

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Ping-pong / Marcelo Parada
“A concorrência que conta é a da Globo”
dirceu alves jr.
 
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Com a estréia de Paixões Proibidas na terça 14, às 22h, a Band volta a investir no mercado de teledramaturgia. Co-produzida pela RTP portuguesa, a novela de Aimar Labaki é inspirada em três livros do luso Camilo Castelo Branco e traz no elenco Felipe Camargo, Miguel Thiré, Leonardo Carvalho e Graziella Moretto. O vice-presidente da Band, Marcelo Parada, falou a Gente sobre a novela.

Por que uma co-produção com Portugal?
É um projeto que traz vantagens para os dois países. Apesar da ligação histórica, os brasileiros mal conhecem os expoentes da cultura portuguesa. Paixões Proibidas é baseada em Camilo Castelo Branco, traz grandes atores portugueses. Ser uma co-produção é o nosso diferencial das demais novelas.

Paixões Proibidas estréia na seqüência da reprise de Mandacaru.
É intencional?
Sem dúvida. Estávamos de olho na formação de público. Mandacaru, produzida pela Manchete, registrou audiência acima das expectativas, cerca de quatro pontos de média. Está comprovado que o brasileiro gosta de novela e ainda não inventaram outro gênero mais forte para conquistar a fidelidade do público.

A Record lança sua nova novela, Vidas Opostas, no mesmo horário. A concorrência é temida?
A concorrência que conta é a da Globo. O importante é colocar Paixões Proibidas no ar logo depois da novela das nove. Termina Páginas da Vida e nosso capítulo começa imediatamente para pegar o telespectador que muda de canal.

A Band investirá em outros horários de dramaturgia?
Tão logo se defina a sucessora de Paixões Proibidas, vamos começar a estudar o segundo horário de novela, que deverá ser por volta das 20h, a faixa que foi ocupada por Floribella.