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Homens de azul
Uma cor que caiu do céu
Apesar de aos poucos estarem se soltando, os brasileiros continuam procurando a cor clássica na hora de se vestir

Texto e edição: Erica Benute
Arte: Edson Pires

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Durante o dia, à tarde ou à noite. Para uma reunião formal ou numa noitada na boate. Para a maioria dos homens, vestir-se de azul é a quase certeza de não errar. “Essa cor é um clássico do universo masculino, seja numa camisa com tonalidade muito clara, quase branca, ou num terno azul profundo, quase preto”, diz Claus Reinhardt, diretor da Hugo Boss no Brasil. Claus arrisca-se até mesmo a dizer que as camisas pólo azuis são as mais vendidas em todo o mundo. “Apesar de estar aos poucos se soltando, o homem brasileiro ainda é conservador”, diz o diretor. Em sua opinião, o azul celeste está entre os mais elegantes. É a cor preferida dos italianos que, de uma certa maneira, influenciam os brasileiros. Mas como apenas a cor não faz o estilo, Claus alerta que detalhes como o corte, o tecido e o colarinho, no caso de uma camisa, é que darão o ar mais ou menos formal. Dá como exemplo também o chamado clássico entre os clássicos: o terno azul marinho, como o que veste Ivo Pitanguy (à dir.). “É sempre o máximo e serve para todas as ocasiões”, decreta. Claro que Claus não inclui aí caminhadas pelo calçadão de Ipanema.

 

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