21 de fevereiro de 2000
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Romance

O amor de Teresa Collor
Gustavo Halbreich fatura R$ 12 milhões por ano e ganhou jantar com a namorada vestida de gueixa

Alessandra Nalio

Foto: Rogério Albuquerque

Noite de terça-feira 8, o empresário Gustavo Halbreich voltava para casa após um dia de trabalho na construtora que leva seu nome quando deparou-se com uma japonesa no portão. Ao entrar, viu um restaurante japonês montado em sua sala. Era uma surpresa da namorada, Teresa Collor, 36 anos, para comemorar seu aniversário de 52 anos. Os convidados ganharam um quimono e a anfitriã estava vestida de gueixa. "Ela preparou tudo escondido, nem desconfiei. Foi a primeira festa-surpresa que ganhei na vida", diz ele.

O casal se conheceu em agosto de 1998 no Spa Sete Voltas, de Miriam Abycair, em São Paulo. "Foi paixão à primeira vista. A Teresa trouxe luz para minha vida", diz Halbreich. Juntos há nove meses, se revezam entre Maceió, onde ela mora, e São Paulo. No final do mês, vão para a Suíça, onde Teresa visita os filhos Fernando, 16 anos, e Vitor, 12. "Vamos esquiar em Saint Moritz", conta ele.

Foto: Álbum de família

Filho único do casal de judeus poloneses Eugênia, 80 anos, e Jakob, morto há seis anos, Gustavo se diz um sobrevivente do holocausto. "Minha mãe perdeu a família em Auschwitz e meu pai viveu num sótão, escondido dos alemães", conta. Carioca criado em São Paulo, seu primeiro emprego, de office-boy, foi na empresa de revestimentos do pai. Cursou Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e o primeiro projeto foi uma reforma na pequena fábrica do pai. Hoje, sua construtora ergue indústrias como Pirelli, Procter & Gamble e Nestlé. O faturamento anual nos dois últimos anos foi de R$ 12 milhões. "Fazíamos projetos sobre uma porta. Não tínhamos pranchas", lembra. Para diversificar, inaugurará um prédio de escritórios na avenida Brigadeiro Faria Lima, zona sul de São Paulo. Nos jardins do edifício, não faltou o toque da namorada. "Teresa é muito jeitosa", elogia.

Envie esta página para um amigoApaixonado por arte, já patrocinou três exposições de José Roberto Aguilar. "Tenho um acervo num depósito climatizado", diz. A casa que divide com o único filho, Daniel, 20 anos, do casamento com a crítica de arte Sheila Leirner, também abriga uma adega com 3 mil garrafas de vinhos. "Só das boas", diz.

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