7 de fevereiro de 2000
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Você conhece seus ídolos? Então, descubra de quem estamos falando. Respostas no final da coluna.

1. Gente, eu emergi porque Deus quis assim. Não é porque eu sou dona de padarias que eu não posso fazer parte da alta sociedade, não é? Aliás, apesar de eu ter chegado ao topo eu não esqueci os pobres.No último réveillon fiz questão de acenar para o povão lá embaixo enquanto eu brindava com champanhe de um dos prédios mais luxuosos do Rio. Sou generosa também com os bichinhos. Para a Pepezinha, cheguei a convidar vários amiguinhos dela para comer bolo de aniversário. Não é um luxo?

2. Comecei a dar minhas primeiras raquetadas aos 6 anos, forçado pelos meus pais. Gostava mesmo era de futebol e de surfe. Mas, aos 13 anos, encontrei um técnico que mudou minha vida. Passei a ganhar todas. Não tinha pra ninguém. Como juvenil, cheguei a ser o segundo melhor do mundo em duplas. Mal sabia o que me esperava: aos 23 anos, alcancei o seleto grupo dos cinco melhores do mundo. Virei herói e fui para a tevê vender de refrigerante a chinelos de borracha.

3. Não tem meio-termo. O público me ama ou me odeia. Francamente, acho que odeia mais, mas não me comovo. Afinal, sou ator-diretor-dramaturgo de primeiro mundo, tenho até nome estrangeiro. Gosto de experimentar, fundir linguagens, misturar influências, reler conceitos, conceber o inconcebível, o escambau. Daí saíram espetáculos como Carmem Com Filtro, Uma Breve Interrupção do Fim etc. Resultado: sou acusado de hermético, de desprezar o povo. Bobagem. Meus três prêmios Molière não me deixam mentir.

Respostas:
1. Vera Loyola, empresária
2. Gustavo Kuerten, jogador de tênis
3. Gerald Thomas, dramaturgo

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