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Ping-pong / José Luiz Datena
“Não quero mais fazer
programa policial”

Fábio Farah

Fotos: Divulgação
Datena quer defender o telespectador em um noticiário de serviços
Em outubro, José Luiz Datena estréia seu novo programa na Band. Ainda sem título definido, o telejornal deverá ir ao ar na faixa do meio-dia e terá 1h15 de duração, substituindo o Esporte Total, atualmente sob comando do apresentador. Em meio aos preparativos da nova atração, Datena falou a Gente.

O que pretende trazer de novo?
Talvez nada. Na natureza nada se cria, tudo se
copia. Não tem muito o que inovar. O que farei
é um jornal de serviço parecido com o que tem
na Globo com o Chico Pinheiro.

Vai deixar o comando do Brasil Urgente?
Não quero mais fazer programa policial. Vou sair paulatinamente. Talvez até o ano que vem eu já esteja fora. Aí quem sabe a Record cria coragem de acabar com o Cidade Alerta.

Não acha que sua imagem, associada a programa policial, pode prejudicar?
Não. Trabalhei 30 anos com esporte e passei ao policial. Seria a mesma coisa. Não é uma questão de versatilidade, mas de sobrevivência.

Depois de narrar partidas na Olimpíada deu mais vontade de largar
o jornalismo policial?
Não vou voltar a fazer esporte porque já dei minha contribuição. Também já dei minha contribuição ao noticiário policial. Quero fazer um noticiário mais leve. Haverá esporte e polícia, mas não serão o foco principal.

Não acha que a Band perderá o público interessado apenas em esporte?
Ela já perdeu quase todo mundo com a saída do Kajuru. Eu consegui trazer alguns de volta.

O que mais o anima no projeto?
A função de defesa do telespectador, mas não nos padrões policiais. Quero abrir espaço para defender a sociedade em outros moldes. Isso é a parte mais nobre do jornalismo.