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Divulgação

Leis da Atração: Pierce Brosnan e Julianne Moore vivem dois advogados apaixonados

Comédia
Leis da Atração
Filme não traz nada de novo com fórmula
em que opostos descobrem afinidades

Alessandro Giannini

Os dois são celebridades do poder judiciário de Nova York. Sua especialidade, casos de divórcio litigioso. Ela é sócia de um prestigioso escritório de advocacia, o símbolo de uma retidão que esconde truques sujos para se impor. Ele é um advogado independente, com hábitos e maneiras displicentes que escondem a vivência de quem tem ases na manga para mostrar sua superioridade.

Eles são Audrey Woods (Julianne Moore) e Daniel Rafferty (Pierce Brosnan), dois advogados que se conhecem em bancadas opostas de uma ação legal e, com o andar da carruagem, acabam se apaixonando. Eventualmente, continuam a se enfrentar, numa situação que tem tanto de inverossímil quanto de fabular, até que rompem em função de um escorregão ético por parte de um deles.

Depois de um período de afastamento, Audrey e Daniel voltam a se enfrentar numa ação envolvendo um casal roqueiro formado por Parker Posey e Michael Sheen. Eles brigam para ficar com um castelo na Irlanda e o casal de advogados defende cada um dos cônjuges.

O diretor Peter Howitt, do criativo De Caso com o Acaso,
não imprime nada de muito novo nessa fórmula de comédia romântica em que pólos opostos inicialmente se repelem
para depois descobrirem afinidades. Há bons momentos, protagonizados em grande parte pelo James Bond de plantão.
E também pela veterana Frances Fischer, que faz uma participação especial no papel da peruíssima mãe de Julianne Moore. Mas é só. Processo conhecido