24 de janeiro de 2000
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Televisão - Game Show

Fantasia
Programa reestréia com showroom de apresentadores do SBT

Maria Ester Rabello

Como pode tanta gente para apresentar um programa tão ruim? Chega a ser constrangedor o novo Fantasia (SBT, sábado, 14h15) que voltou ao ar no sábado 8. Não que já não fosse. O programa agora parece não só um supermercado de modelos tentando uma brecha na tevê, mas também um showroom dos apresentadores da emissora. Eles são cinco: o dublê do patrão Silvio Santos, Celso Portiolli; a aposta do SBT, Lu Barsoti (que ainda tem que receber muito investimento); Márcia Goldschmidt (uma senhora tentando um figurino à la Adriane Galisteu); o estilo radiofônico antigo de Christina Rocha e até Otávio Mesquita. Eles vão se revezando na apresentação das atrações. Um revezamento arbitrário e sem sentido: às vezes aparecem só para anunciar um grupo musical.

Christina Rocha vacila no quadro Palavras Cruzadas, mas pelo menos no programa do sábado 15 a sigla do Estado de Tocantins apareceu certa, como que para desfazer a gafe da semana de estréia, quando apareceu como TA. Os jogos, quando não dão sono, são absurdos, como aqueles que se utilizam de crianças. Num deles, meninos e meninas por volta dos 5 anos de idade têm que tomar, o mais rapidamente possível, oito copos de refrigerante, enquanto, do outro lado da linha, um espectador sádico fica torcendo por seu escolhido. Se ele vencer, o participante de casa ganha dinheiro.

E o quadro dos bebês? Eles têm que atirar um dado num alvo com pontuação e, claro, não conseguem, porque não entendem o que está acontecendo. Afinal, têm de oito meses a 1 ano e pouco.

No mais, Fantasia é um balé sofrível, que não justifica aquelas meninas que parece que estão sendo leiloadas. Mas essa é a essência do programa e, a julgar pela insistência em mantê-la, é o que alavanca o Ibope.
Muito barulho por nada

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