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20/10/2003

   

Foco / Tablóide
Notícia estranha sobre
gente esquisita

Marina Monzillo

Flavio Colker/Divulgação

Mulher é encontrada vivendo com 152 animais num apartamento. Casais disputam campeonato de “carregamento de mulher”. Professora marroquina joga dois alunos barulhentos pela janela.

Atire a primeira pedra quem nunca matou tempo lendo textos como esses na internet. Notícias engraçadas e inusitadas, que geralmente não vão parar nas páginas de jornais e revistas impressos, estão ganhando cada vez mais espaço virtual. E fazem um sucesso danado: são comentadas, enviadas por e-mail e copiadas em blogs.

“Essas notícias repercutem mais”, conta Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL, que mantém há mais de três anos o canal UOL Tablóide www.uol.com.br/tabloide, com notícias “pouco ortodoxas”. “Percebemos que havia interesse do internauta por notícias menos convencionais, mas não fazia sentido tratar desses assuntos junto com esporte ou economia”, explica a jornalista. Ela conta que para entrar no Tablóide as notícias precisam ter um caráter surpreendente, curioso ou engraçado. “O que vale não é o mais importante e sim o mais esquisito”, diz.

Só pagando

Mais reviravoltas no panorama da música online. Enquanto o cerco da indústria fonográfica se fecha cada vez mais, duas notícias recentes deram idéia do que será o futuro: o internauta colocando a mão no bolso. Primeiro, foi a informação de que o Kazaa, atualmente o mais popular site de trocas de arquivos na web, está em conversa para começar a cobrar pelas canções. Poucos dias depois, outra novidade: o retorno do pioneiro Napster,
só que pago.

O site, que chegou a ter 60 milhões de usuários e foi fechado por promover cópias não-autorizadas e troca gratuita na web, foi renomeado Napster 2.0 e relançado em caráter de teste. Deve voltar oficialmente em 29 de outubro. Mas com um detalhe: vai funcionar legalmente, comercializando as músicas. A iniciativa é da Roxio, empresa que comprou o Napster em 2002, apostando na força de sua marca. O catálogo do site terá o incrível número de 500 mil faixas, cada uma a US$ 0,99.

Na maré

Ajuda na web

Flavio Colker/Divulgação
Flavio Colker/Divulgação
Flavio Colker/Divulgação

Consciente da doença que sofria, Joyce foi procurar na internet toda informação que podia sobre anorexia nervosa e bulimia. Era 1995 e praticamente não existiam sites sobre o assunto. Hoje as coisas são bem diferentes, existem inúmeros sites de médicos e psicólogos e também de pacientes que abordam o assunto. Muitos deles se caracterizam por tratar o assunto com sensibilidade, sem parecer uma enciclopédia médica. Entre eles, o (www.sintomuito.kit.net/lo_index.html) e o blog (www.sintomuito.blig.ig.com.br) criados por Joyce, que já controlou seu transtorno alimentar. Na web, ela relata a sua história e também dá espaço para outras meninas que sofrem do mesmo problema se abrirem.

A psicóloga Suzanne Robeli oferece em sua home page uma espécie de tratamento virtual para meninas anoréxicas e bulímicas. No www.anorexia nervosaebulimia.com.br, ela fala como uma amiga e ajuda àquelas que não conseguem assumir publicamente a doença. Suzanne também dá dicas de livros e filmes com os quais as garotas podem se identificar

   
4% dos internautas
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Fonte: DoubleClick

 

     
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