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Diversão & arte - Cinema

20/10/2003

   

Drama
Aos Treze
A busca pela aceitação na adolescência é tema de um filme inquietante

Christian Petermann

 
Divulgação
Aos Treze: sexo, drogas & hip-hop
Poucos retratos sobre a adolescência resultaram tão realistas e incômodos quanto Aos Treze, que marca a estréia da diretora Catherine Hardwicke. Ela escreveu o roteiro em parceria com a jovem Nikki Reed, à época com apenas 13 anos e filha de um hoje ex-namorado da cineasta.

A trama reconstitui experiências reais de Nikki, que era uma estudante exemplar até se tornar amiga da garota mais popular da escola. Para ser aceita “pelos bons”, a jovem se entrega ao sexo, drogas & hip-hop. No filme, Nikki interpreta Evie Zamora, a má influência, enquanto a loira Evan Rachel Wood encarna a adolescente em perdição, aqui chamada de Tracy. A atuação de ambas é admirável. Holly Hunter (O Piano) fecha o triângulo protagonista no papel da mãe de Tracy, que fica desnorteada com a transformação da filha.

Hunter arrebatou o Leopardo de Prata de melhor atriz no festival de Locarno, evento no qual a obra também foi laureada com o prêmio especial do júri. Já Hardwicke foi votada a melhor diretora no festival de Sundance. Esse reconhecimento faz jus a um trabalho inquietante e poderoso, que deve ser visto por pais e não só pelas filhas. Afinal, a busca pela aceitação na adolescência é um delicado impasse que atinge (ou atingiu) a todos. Para filhas e pais

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