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13/10/2003

   
 
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Trechos
do livro
Cinco histórias intrigantes da Fernanda

 

Exclusivo - Fernanda Vogel
Misteriosas coincidências
continuação

 
Trechos do livro
Espiritualidade: “Entre setembro e outubro de 2001, você não tem mais nada a ver com essa vida daqui de agora, nem com essas angústias, nem com as pessoas que circulam em torno de você.” Mapa astral de Fernanda Vogel feito em dezembro de 2000 pela astróloga Márcia Britto. “O período entre 10 de março e 25 de agosto de 2001 foi interpretado no mapa como sendo de cortes e rupturas. Márcia pediu atenção com acidentes, cortes, queimaduras e acidente de carro. Apesar disso, ela acrescentou serem os melhores momentos da vida de Fernanda, com muita sensibilidade, intuição, sabendo aonde ir, com quem, tudo no momento certo. Márcia disse para Fernanda não se preocupar, a viagem seria fantástica.”

Acidente: “Um tempo depois, João nadou, não a viu, chamou novamente. Fernanda não respondeu. Ele foi buscá-la, imaginando que a encontraria mais uma vez concentrada em seu ritmo de nado. Não a viu mas escutou sua voz na direção da única luz do lugar. Pensou ter nadado rápido demais e passado do lugar onde a modelo estava. Voltou para encontrá-la, mas não a encontrou. Começou a sentir medo de perdê-la. Passou a gritar seu nome. Fernanda! Fernanda! A voz de antes não responderia mais. Agora, era ele, a chuva e um silêncio enorme, infernal, maldito.”

Mãe: “Ninguém sabia direito como Myrian reagiria ao constatar a partida da filha: ‘Ela caminhou atordoada para o quarto e resolveu tomar um banho. Eu pedi calma, disse que não sabiam se era ou não o corpo da Nanda. Fiquei com medo da atitude que minha irmã poderia tomar’, fala Bebel. A preocupação foi tão grande, que a minifarmácia do banheiro foi esvaziada pela irmã mais nova. A mãe de Fernanda não pensou em fazer nada, queria apenas chorar no chuveiro, sozinha. E assim o fez. Chorou muito. De repente, a realidade declarava guerra, mostrava as garras, levando sua única filha. E ali, nua, chorou, desabafando os dias de dor. Não sabia mais para que lado nadar, o que dizer. A história do acidente era incoerente com tudo que havia desejado para Fernanda.”

 

Cinco histórias intrigantes da Fernanda
André Durão
Myriam com um desenho pintado por Fernanda sete meses antes da tragédia: ela se retratou como uma sereia sob a chuva
BÍBLIA – Um mês antes do acidente, João Paulo Diniz estava com Fernanda no Carlton Arts, em São Paulo, quando foi abordado por um garçom. Ele disse a João Paulo que o empresário estava muito afastado da religião e o aconse-
lhou a ler um determinado texto da Bíblia. Em casa, o casal leu o trecho onde estava escrito que viria a tormenta, quatro pessoas estariam no moinho, duas seriam levadas e duas seriam poupadas. Sem dar muita atenção na ocasião, João Paulo voltou a ler o trecho após o acidente. Só aí identificou as pás do moinho como a hélice do helicóptero, a tormenta como a chuva que causou a queda da aeronave, e as duas pessoas levadas como Fernanda e o piloto Ronaldo Jorge Ribeiro, também morto no acidente, enquanto João Paulo e o co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra sobreviveram.

SONHO – Na madrugada do sábado 28 de julho de
2001, para o domingo 29, um amigo de Fernanda teve um sonho, no qual a modelo aparecia, envolta numa luz, pedindo para que ele tranqüilizasse sua família, e avisando que seu corpo apareceria no dia 3 de agosto, o que acabou acontecendo.

DESENHO – Myrian recebeu de Ike dois canudos idênticos com papéis de Fernanda. Confundiu-se e abriu o mesmo canudo duas vezes, achando que tinha aberto os dois, e viu apenas fotos de uma campanha da filha. Dias depois, procurava lembranças da filha para incluir no livro quando um dos canudos caiu de um móvel aos seus pés. Dentro dele estava um desenho feito por Fernanda em que ela se auto-retratava como uma sereia, numa noite de chuva no mar. A data do desenho era de 27/12/00, exatamente sete meses antes do acidente.

AGENDA – Na bolsa de Fernanda encontrada no helicóptero, seis meses após o acidente, estava a agenda dela. Um modelo simples, com as folhas presas numa encadernação normal, e não soltas como num fichário, a agenda só ia até o fim do mês de julho de 2001. Depois dessa data, não tinha mais nada, nem qualquer sinal de que folhas tivessem sido arrancadas.

TEXTO – Também na bolsa de Fernanda foi encontrada uma folha de papel cujas bordas estavam destruídas, mas o texto no interior permanecia intacto. O título do texto era “Sobrevivência”.

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