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29/09/2003

   
 
Andre Durão
“Minha conta de telefone é altíssima. A Bubbles, minha cachorra
yorkshire, é quem me
faz companhia”, brinca

 

Esporte/Maria Cândida
Profissão golfe
A brasileira é revelação entre os golfistas amadores dos Estados Unidos, onde vive há sete anos, e disputará o circuito profissional em 2004

Luís Edmundo Araújo

 

Aos nove anos, ela deu suas primeiras tacadas. Aos 10, saía de Santa Cruz do Sul (RS), onde morava, para disputar torneios em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, aos 11, já ganhava campeonatos juvenis. Aos 13, expandiu suas conquistas para o Exterior, levada aos Estados Unidos pelos pais só para competir. Com essa trajetória, não é de se estranhar que Maria Cândida Hannemann, 23 anos, seja considerada uma promessa no esporte que escolheu. Esquisito mesmo só o esporte: o golfe, tão desprestigiado no Brasil que nem liga profissional feminina o País tem.

Mas nos EUA é diferente. Lá, onde os principais torneios pagam até US$ 650 mil à vencedora, Maria Cândida é conhecida como Candy e acaba de se classificar para disputar o circuito da Ladies Professional Golf Association (LPGA). Após ficar em 3º lugar entre as 300 competidoras do Futures Tour – o torneio de acesso à liga profissional –, a brasileira ganhou o direito de jogar entre as melhores em 2004. Experiência não lhe falta. Como amadora, disputou o US Open de 2003 (um dos quatro mais importantes torneios do esporte) e ganhou US$ 22 mil pelo 35º lugar.

Como prova do prestígio da brasileira, a agência responsável por sua carreira é a IMG, a mesma do astro maior do golfe, o americano Tiger Woods, e de celebridades como Gisele Bündchen. “Ganhei uma bolsa no fim de 1996 para estudar e treinar pela agência”, conta Candy, que mora nos EUA há sete anos. Primeiro viveu na Flórida, numa academia da IMG destinada à formação de atletas, onde a rotina de Candy
era dividida entre ginástica e escola. Em 1998, mudou-se para a Carolina do Norte, onde se formou em Relações Internacionais e Marketing na Duke University e jogou a
liga universitária pelo time local.

Em Miami desde o ano passado, a carioca, que começou jogando de brincadeira com a mãe e virou a única atleta
da família, só tem um problema nos EUA: a saudade dos parentes e do namorado no Brasil, o também jogador de
golfe Philippe Gasnier, 24. “Minha conta de telefone é altíssima. A Bubbles, minha cachorra yorkshire, é quem
me faz companhia”, brinca a golfista.

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