13 de dezembro de 1999
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Reginaldo Rossi

Ramiro Zwetsch

Foto: Piti Reali

Depois de vender 500 mil cópias de Ao Vivo, no ano passado, o cantor Reginaldo Rossi, o "rei do brega", ataca aos 54 anos com novo CD, modestamente batizado de Rossi - The King.

Você se incomoda de ser chamado de brega?
Eu adoro. Nas minhas primeiras músicas, sempre rebuscava no português. Depois de "Garçom" - que vendeu 1 milhão de cópias -, vi que o bom mesmo é escrever direto, sem metáfora. Então, eu adoro ser brega, até porque é maioria.

O tema central de suas músicas é a traição?
Eu ganhei essa fama por causa de "Garçom", que na verdade não fala de traição, mas as pessoas levaram para esse lado e a música estourou. Agora vou ver se faço umas quatro músicas de corno mesmo, que já sai com sucesso garantido.

Você já foi traído?
Acho que sim, mas não fiquei sabendo. Isso faz parte da vida de todo mundo e as pessoas estão começando a admitir. Quando eu cantava, há cinco anos, "Garçom", eu dizia no show: "Quem já foi corno levanta a mão!". De 10 mil pessoas, 50 levantavam. Agora, quando eu digo isso, 10 mil levantam.

Sua vida sexual continua ativa?
Não, eu ando mais manso. Aos 22 anos eu comia todo mundo: branca, preta, ruiva, sarará, indonésia, japonesa, nordestina. Agora, só de vez em quando dou uminha para não perder a prática.

Esse seu retorno à mídia foi planejado?
Em 1995, eu tive um acidente de automóvel e fiquei seis meses na cama, pedindo a Deus para não ficar paraplégico. Tive que vender carro, casa, apartamento, tudo. Daí, decidi mudar minha vida e me dediquei a voltar a fazer sucesso. Deu resultado.

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