13 de dezembro de 1999
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Cinema - Comédia

Vinte Encontros
Diretor iniciante tenta ser original ao filmar encontros românticos reais

Neusa Barbosa

Foto: Divulgação

Até pouco tempo atrás, o americano Myles Berkowitz era como qualquer cineasta independente do mundo: tinha pouco dinheiro (cerca de US$ 60 mil) e uma idéia na cabeça. Resolveu fazer uma pequena comédia, Vinte Encontros, sobre suas nem sempre bem-sucedidas tentativas de arranjar uma namorada. Saiu com um Prêmio de Público do Slamdance Film Festival/98, um dos eventos alternativos que, nos Estados Unidos, tentam concorrer com o agora badaladíssimo Festival de Sundance.

Berkowitz pretende ser original, filmando de verdade seus encontros românticos com 20 moças em Los Angeles, onde mora. Deu problema de saída, porque a lei na Califórnia proíbe que qualquer um seja filmado sem autorização - o que rendeu alguns processos ao cineasta iniciante.

O problema é que a proposta se esgota antes da filmagem terminar. O diretor diz que é porque ele acha a namorada ideal (Elisabeth Wagner), mas seu produtor insiste em que ele saia com outras garotas - o que cria espaço para a ponta de Tia Carrere (True Lies), único nome famoso deste elenco. A única piada do filme não segura a onda desta produção imodesta, em que Berkowitz fica diante da câmera praticamente o tempo todo.
Piada longa demais

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