13 de dezembro de 1999
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Patricia Arquette
Atriz de Stigmata conta que costumava sonhar que tinha as chagas de Cristo.

Wladimir Weltman

Foto: Divulgação

Estão dizendo que este é o novo O Exorcista.
O Exorcista foi o primeiro do gênero, que abriu o caminho para os outros. É um grande filme e continua prendendo nossa atenção ainda hoje. Mas o nosso filme, mesmo que reverenciando a memória de O Exorcista, vai além. Stigmata vai em frente e deixa a sua própria marca.

Você é religiosa?
Resolvi fazer este filme por causa de minhas crenças religiosas. Meu pai era cristão e converteu-se ao islamismo e a minha mãe era judia. Já o meu irmão tornou-se budista e o resto de nós estudou numa escola católica. Aprendi a respeitar as diferentes religiões. No fundo, todas são muito parecidas. Minha relação tem sido sempre uma relação direta com Deus.

Você tem algo em comum com a personagem do filme?
Quando jovem, sonhava em ter os sinais de stigmata. Costumava olhar para as minhas mãos, me esforçando para que elas desenvolvessem os sintomas. Achava que, se conseguisse, ouviria os anjos cantarem. Quando fiquei sabendo do roteiro deste filme, fiquei superexcitada.

É verdade que no set do filme aconteceram coisas inexplicáveis?
No primeiro dia de filmagem, estávamos numa igreja e havia uma estrutura de madeira no teto que desmontou e caiu. Não fosse por uma estátua de Cristo, que amparou a queda, aquilo teria desabado sobre nossas cabeças e certamente teria matado alguém. Por via das dúvidas, todos os dias antes de rodar, a gente rezava.

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