06 de dezembro de 1999
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Edson Cordeiro

Ramiro Zwetsch

Foto: Ronaldo Ceravolo

Depois de vender 150 mil cópias com Disco Clubbing - Ao Vivo (1998), o cantor Edson Cordeiro, 32 anos, volta a gravar sucessos da década de 70 no disco Disco Clubbing 2, o sexto da carreira.

Como vender tanto sem tocar nas rádios?
É inexplicável. Talvez seja a tevê, que eu tenho feito muito.

Quem é seu público?
Toda mudança radical implica uma mudança de público. Muitas pessoas não vão mais ao meu show porque querem um Edson mais lírico. Quem vai, gosta de dançar, namorar. Meu show é uma boate ao vivo, o que sempre quis fazer.

A associação com o público gay incomoda?
Me incomodaria se eu não fosse. O melhor de ser gay é a alegria, o glamour. Quero cantar “Menino do Rio” e não “When a Man Loves a Woman”.

Quando você descobriu que era homossexual?
Fui evangélico dos 6 aos 16 anos. O pastor era a pessoa mais importante para mim e aí o que aconteceu? Ele tentou transar comigo e quebrou um castelo que eu construí durante muito tempo. Na verdade ele me ajudou, porque eu já era homossexual, mas tentava não ser. Isso fez com que eu saísse da igreja e buscasse meu caminho na arte.

Como agradar público e crítica?
Se o artista amplia a carreira como eu consegui, o público vai ao show independente do que sai no jornal. Eu dependia de vocês, jornalistas, e não dependo mais.

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