06 de dezembro de 1999
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Negro, por escrito

Paula Alzugaray

O rap brasileiro nasceu na periferia paulistana e nas favelas cariocas, mas rapidamente pulou do berço, chegou às rádios, à televisão e, agora, virou instrumento pedagógico em escolas e universidades. Esta trajetória é contada em Rap e Educação/Rap é Educação, um dos primeiros títulos do recém-lançado Selo Negro Edições, nova divisão do Grupo Editorial Summus, dedicado à cultura negra.

“Há uma série de fenômenos que mostram que a classe média negra quer ser melhor representada e tende a uma integração maior na sociedade”, diz a antropóloga Heloísa Pires Lima, responsável pelo Selo. “Alguns deles são a revista Raça Brasil e o grupo Racionais MC’s, uma força da periferia que teve resposta comercial.”

A nova editora amplia este leque, colocando no mercado títulos técnicos e ficcionais - de autores brasileiros e estrangeiros, negros ou não - sempre voltados para os temas: multiculturalismo e diversidade étnica. Os três primeiros lançamentos são uma amostra da variedade de abordagens.

No romance Lenoir, a Pintura Viva, o escritor americano Ken Greenhall especula sobre quem teria sido a inspiração para a tela Quatro Cabeças de Negro, do pintor Rubens. Já Como Conquistar um Marido Negro é um bem-humorado manual de auto-ajuda. Até junho de 2000, a editora terá oito novos títulos.

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