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21/10/2002

   
 
Piti Reali
Ele irá anunciar guaraná Antarctica e Adidas. Licenciar produtos está nos planos. “Estamos estudando o mercado e queremos consolidar melhor o nome do Kaká, se ele continuar em ascensão”, diz Bosco Leite, pai do craque
Piti Reali
Ele ficou de recuperação apenas uma vez, em matemática

 

Capa / Ricardo dos Santos Leite
Kaká vira fera
continuação

 

Apesar de viver rodeado de mulheres, Kaká está solteiro desde o fim do namoro de cinco meses com a modelo catarinense Elizabeth Perfol, 19 anos, em março. Eles se conheceram num restaurante em São Paulo e logo depois se reencontraram nas férias do jogador no balneário de Camboriú (SC), onde ela tem família. Sofia Alckmin, filha do governador de São Paulo Geraldo Alckmin, foi apontada recentemente como a nova companhia do craque. Ele nega. “Somos só amigos. Eu a conheci quando voltei da Copa e ela foi nos receber no aeroporto ao lado do pai e da prefeita Marta Suplicy. Voltamos no ônibus conversando e ficamos amigos. Converso sempre com ela e saímos bastante, mas é só amizade”, esclarece.

Os programas noturnos de Kaká se restringem a restaurantes com os amigos, entre eles os jogadores Júlio Baptista, Gallo, Maldonado e Jean. Eles gostam de massa. Quem costuma indicar novos restaurantes é o fisioterapeuta do São Paulo Ricardo Sasaki. “Uma vez fomos a um chinês e ninguém gostou da comida. Não parávamos de dar risada. No final o Kaká teve que pedir carne porque estava morrendo de fome”, lembra o meio-campo Maldonado, 22 anos. “Apesar de todos os títulos que ganhou e de ter ido à Copa, ele continua a mesma pessoa simples de quando o conheci, há três anos. É um grande amigo, com quem se pode falar de tudo”, completa o chileno. Além do Rio-São Paulo de 2001, Kaká foi supercampeão paulista e pentacampeão com a Seleção este ano.

Para candidatas à namorada, o jogador diz não ter preferência por tipo físico e não consegue citar uma mulher famosa como exemplo de beleza. “Tem muita mulher bonita. Não dá para falar uma”, desconversa. O essencial para ele é fidelidade. “Para eu namorar, esse vai ser o ponto fundamental. Não dá para eu ir para uma concentração e pensar ‘o que ela está fazendo agora?’, quando eu deveria me preocupar com o jogo.”

Vaidoso não assumido, Kaká prefere se dizer apenas cuidadoso. “A única coisa que faço é lavar o rosto”, conta ele, que oculta seus dois graus de miopia com lentes de contato. Desde fevereiro, o jogador de 1,85m e 78 kg só se veste com a grife Emporio Armani fora dos campos, como neste ensaio feito para Gente. “O Kaká é a imagem da Emporio. É jovem, é do bem, tem porte e simplicidade. Do meio esportivo, é o que melhor se encaixa em nossos conceitos”, diz o administrador da marca no Brasil e são-paulino roxo André Brett. O contrato com a Armani é informal. Nenhuma das estrelas que vestem a grife italiana, como o ator hollywoodiano George Clooney e o brasileiro Reynaldo Gianecchini recebem por isso. “É um acordo de cavalheiros”, resume Brett.

Quem cuida dos contratos dentro e fora do gramado são o pai de Kaká, o engenheiro civil Bosco Izecson Pereira Leite, e o empresário Wagner Ribeiro. O atleta assinou com a Ambev para ser o novo garoto-propaganda do Guaraná Antarctica até 2006 e com a Adidas. Os números, o pai não divulga. Licenciar produtos está nos planos. “Estamos estudando o mercado e queremos consolidar melhor o nome do Kaká, se ele continuar em ascensão”, diz Bosco.

O jogador prefere ficar de fora das reuniões. “Só quando as negociações estão acertadas é que o meu pai me mostra”, diz ele. Convites para jogar no Exterior também não faltam, mas nem todos chegam até o craque. “O que eu sei é que o Brescia, da Itália, queria me levar no começo do ano e depois da Copa recebi um convite do time alemão Bayern Leverkusen, mas o São Paulo não aceitou a proposta”, conta. Contratado pelo time brasileiro até 2005 com salário estimado em R$ 80 mil e passe de pelo menos US$ 20 milhões, Kaká planeja jogar lá fora após as Olimpíadas de 2004. Ele quer integrar um time grande da Europa para crescer profissionalmente e adquirir conhecimento cultural.

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