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Diversão & arte - Teatro

16/09/2002

   
Divulgação
Malu e Bianca como mãe e filha: relações familiares à la Nelson Rodrigues

Comédia Dramática
Réveillon
Bianca Byington encarna a prostituta Janete, personagem consagrado por Regina Duarte há
30 anos em peça de Flávio Márcio

Marina Monzillo


A obra do jornalista mineiro e grande representante da dramaturgia dos anos 70, Flávio Márcio, morto precocemente aos 34 anos em 1979, está sendo tirada do baú e tem colaborado para a boa safra de montagens teatrais em 2002.

Primeiro, foi a inédita O Homem Que Viu o Disco Voador, que ganhou uma competente versão encabeçada pelo ator Paulo Betti. Agora é Réveillon, a peça mais conhecida do autor, já montada em 13 países, que chega aos palcos da cidade, com direção de Michel Bercovitch.

Tema caro a Flávio Márcio, a incomunicabilidade inerente às relações humanas, principalmente familiares, é o ponto central abordado pelo espetáculo, que mostra o cotidiano de um lar de classe média paulistana à véspera do Ano-Novo. Central também é a personagem Janete (papel consagrado por Regina Duarte há quase 30 anos), a filha que se prostitui para sustentar a casa. Das primeiras horas da manhã até a meia-noite do dia 31 de dezembro, em meio aos rituais típicos da data e flashbacks, ela assiste à própria decadência e à de seus familiares, a mãe Adélia (Malu Valle), o pai Murilo (Rui Rezende) e o irmão mais novo, Guima.

O elenco, encabeçado por Bianca Byington, não chega a ser brilhante, mas segura bem o texto que, com diálogos entrecortados, situações non sense e humor negro, pode ser um tanto incômodo para aqueles que procuram diversão leve. Em compensação, mostra todo o vigor da dramaturgia de Flávio Márcio, muito influenciada pelo teatro de Nelson Rodrigues. Champanhe amarga

Teatro Brasileiro de Comédia
R. Major Diogo, 315, Bela Vista, tel.(11) 3115-4622 – São Paulo
Até 27/10

 

 

 

 

 

 

 

 

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