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Diversão & arte - Livros

16/09/2002

   
Divulgação
Bueno: colaboração de especialistas de renome e imagens para “biografar” a árvore-símbolo do Brasil
Divulgação

História
Pau-Brasil
Eduardo Bueno conta a história da madeira vermelha que nomeou o País

Marina Monzillo

Na escola, se aprende: nosso País foi nomeado a partir de uma árvore, o pau-brasil, produto primordial, econômica, política e socialmente, para os primeiros anos da colônia.

Muito mais, os professores não ensinam, mas deveriam. É essa a conclusão que se chega ao folhear (ed. Axis Mundi, 280 págs., R$ 80 e R$ 35). O volume, que está sendo lançado em duas edições – luxo e simples –, inaugura a Coleção Quatro Ciclos, coordenada pelo escritor Eduardo Bueno, que contará os grandes períodos da economia brasileira e sua influência na cultura e identidade nacionais.

Essa madeira avermelhada ganha, então, uma “biografia”, ricamente ilustrada, que narra desde o início da exploração no século 16 até a atual ameaça de extinção.

Bueno, que considera o livro “a história real e iconográfica” do pau-brasil, enriqueceu a obra com imagens, mapas e gravuras da biblioteca de José e Guita Mindlin e chamou para serem seus colaboradores especialistas nacionais e internacionais sobre o assunto. Haroldo Cavalcante de Lima e Gwilym P. Lewis abordam os aspectos botânicos e o surgimento da espécie. Questões históricas ficam a cargo de Fernando Lourenço Fernandes, que enfoca o pau-brasil no período pré-colonial, do almirante Max Justo Guedes e do jornalista Jean-Marc Montaigne, que revelam a relação dos franceses com os indígenas quando se interessaram pelo produto. Já a especialista em tinturaria e moda Ana Roquero escreve sobre a influência do pigmento nas vestimentas européias, e o filósofo Nivaldo Manzano disserta sobre a contemporaneidade do pau-brasil. Com quantos paus se faz um país

 
 

 

 

 

 

 

 

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