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Celebridade

16/09/2002

   
por Dirceu Alves Jr.
   
 
André Durão
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Prensa Três
Em 1985, o inglês Ritchie desfrutava da repercussão de “Menina Veneno”, posando para uma sessão de fotos. Hoje, aos 50 anos, ele lança o CD Auto-Fidelidade, quando muitas gravadoras o convidaram para fazer releituras dos sucessos dos anos 80

Ritchie

O cravo na lapela da jaqueta, ele sempre achou esquisito. “Era só um adereço para fazer uma foto. Era 1985. Não usaria aquilo normalmente”, garante o inglês Richard David Court, o Ritchie, 50 anos. O resto do figurino também parece exagerado, a cara dos anos 80, o tempo do pop. E foi justamente nesse barco que Ritchie pegou carona e conquistou seu passaporte na música brasileira, como diz hoje. Em 1983, estourou com a balada romântica “Menina Veneno”, vendeu um milhão de discos, marca inédita para um estreante, e tocou à exaustão, a ponto de deixar seu cantor incomodado. “Não tenho vergonha da música. Era muito bacana, mas é uma canção absolutamente pop.

O que, às vezes, me chateia é que gravei sete discos e tenho mais de 60 composições. Parece que as pessoas esquecem disso”, lamenta o artista, que chegou ao Brasil há 30 anos, logo depois de conhecer o produtor Liminha e a cantora Rita Lee em uma loja de Londres. “Foi aquele convite. Quando for ao Brasil, aparece lá em casa. Vim e fiquei”, lembra.

Hoje, “Menina Veneno” voltou a embalar muitas festas. “Pensei que nem lembrassem mais de mim. É legal ver a música animando outras gerações. Tomara que essa meninada curta “Menina Veneno” de outra forma. Quem viveu aquela época, talvez tenha preferido descartar o Ritchie”, brinca. Enquanto isso, Ritchie tenta provar que não é descartável. O novo CD, Auto-Fidelidade, recupera sua raiz, o rock, quando as gravadoras o procuraram para fazer antologias do passado. “Não descarto regravar meus sucessos, mas, agora, depois de 12 anos longe do disco, não faria sentido. É uma questão de autofidelidade. Como bom inglês, adoro trocadilhos”, diverte-se.

 
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