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03/06/2002

   
 
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Heitor Hui/ae
Patrícia Aggio Longo foi assassinada pelo marido quando estava grávida de sete meses: a família da vítima o defende

“O promotor matou a mulher dele e o Genivaldo vai segurar essa bronca. Você sabe que o Genivaldo vai pegar uma condenação de trinta anos. Então para ele, uma a mais, uma a menos, não vai fazer diferença.” A frase foi dita por Eger Ferreira da Silva, irmão do promotor Igor Ferreira da Silva, a Ana Lúcia Pereira Leite, mulher do preso João Genivaldo Ramos. Chocada com a armação para que seu marido, preso em uma delegacia em Guarulhos sob acusação de latrocínio e estupro, assumisse a culpa pelo assassinato de Patrícia Aggio Longo, ela decidiu denunciar. E reproduziu tudo às autoridades que investigavam o assassinato de Patrícia, morta com dois tiros na cabeça. Estava grávida de sete meses.

Marido de Patrícia,o promotor Igor foi condenado a 16 anos e quatro meses pela morte dela e da criança. O motivo do crime até hoje é um mistério e Igor está foragido há um ano. Um teste de DNA mostrou que o bebê que Patrícia esperava não era do promotor. Mesmo com as evidências, os pais, irmãos e familiares de Patrícia apoiaram o réu no processo e insistem em sua inocência. “Nós da família não acreditamos que Igor matou minha filha”, diz a mãe de Patrícia, Maria Cecília Aggio Longo. “Convivemos três anos com o Igor e não podemos falar nada contra ele. Trata-se de uma pessoa boa, honesta e um ótimo marido. Fizemos quatro testes de DNA, onde Igor aparece como pai, mas ninguém quer aceitar.”

Sob o pretexto de cortar caminho, o promotor ingressou com sua caminhonete numa estrada de terra próxima à rodovia Fernão Dias. Lá disse ter sido rendido por um assaltante. Sua mulher teria sido seqüestrada e morta por razões ignoradas. Mas um vigia do condomínio colocou em xeque a versão do promotor. “O fato de a família defendê-lo me faz acreditar que ele seja inocente”, diz Márcio Thomaz Bastos, advogado de defesa do promotor.

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EDIÇÃO 148
 
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"Os homens sempre quiseram mandar nas mulheres, por isso se viram no direito de matar." declara a procuradora Luiza Nagib Eluf. O que você pensa a respeito dos crimes passionais? Dê sua opinião
 
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