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22/04/2002

   
 

“Um dia ficamos sentados na sala, rindo e chorando porque não sabíamos como esterilizar o bico de uma mamadeira’’ Adriana Esteves, abaixo com o filho Felipe

 

Sucesso / Adriana Esteves
A musa renasce
Protagonista de Coração de Estudante, a atriz sente-se realizada no papel de mãe, pensa em mais filhos e diz que superou depressão do passado com remédios e terapia

Eduardo Minc

 
Leandro Pimentel
“Acho que a falta de algum componente químico no organismo causa um estado depressivo. O problema foi superado com a ajuda de remédios, família, amigos e Deus”, diz Adriana

Ela queria ser bailarina, acabou optando pela carreira de atriz e, em apenas quatro anos, saiu do anonimato para o posto de protagonista de uma novela das oito da Globo. Mas, se o sucesso foi meteórico, as críticas por sua atuação em Renascer, em 1993, provocaram em Adriana Esteves, 32 anos, uma depressão que durou quase todo o ano de 1994, curada com a ajuda de remédios e sessões de terapia. Hoje, a atriz que chegou a ser chamada de nova namoradinha do Brasil vive uma situação bem diferente. Além do sucesso profissional, retomado com a Sandrinha de Torre de Babel, em 1998, Adriana curte a realização de um sonho maior. É mãe de Felipe, dois anos, seu filho com o ator Marco Ricca, 37, com quem está casada há oito anos. “O Felipe é o meu homem mais importante”, afirma.

Até hoje, a atriz se lembra da emoção que sentiu ao saber que estava grávida. E não é à toa. Foram três anos e meio de tentativas. “Não conseguia engravidar de jeito nenhum. Até consultamos médicos, mas vimos que não havia problema algum.” Numa viagem à Espanha, o casal conseguiu o que tanto queria. “Acho que relaxamos e por isso deu certo. Fiquei quatro anos achando todo mês que estava grávida, e quando estava mesmo não achei”, lembra.

A moça, que na adolescência vivia se preocupando em manter a forma, engordou 21 quilos na gravidez. E sem a menor culpa. “Adorava comer sem precisar fazer dieta”, afirma. Se hoje garante que tira de letra a tarefa de ser mãe, a atriz diverte-se ao lembrar dos momentos em que ela e Marco tiveram de aprender todos os cuidados que um bebê necessita. “Um dia ficamos sentados na sala, rindo e chorando porque não sabíamos como esterilizar o bico de uma mamadeira”, lembra.

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