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Diversão & arte - Televisão

22/04/2002

   
Divulgação
Hipertensão: banquetes nojentos e provas radicais comandados por Zeca Camargo

 

 

 

 

 

Reality show
Hipertensão
Globo estréia novo programa parecido com
No Limite para ocupar o lugar de Big Brother

Mariane Morisawa


Teve coquetel de coisas nojentas e provas que requeriam força e coragem. Se a sensação de déjà vu tomar conta de você, normal. Hipertensão, o novo reality show que a Globo colocou no ar aos domingos depois do Fantástico, no lugar do Big Brother Brasil, é um No Limite sem confinamento, mais radical e curto – serão apenas quatro edições. Até o apresentador é o mesmo. Também realizada graças à parceria com a empresa holandesa Endemol, a atração bateu na estréia um Show do Milhão só com artistas, por 28 a 22 pontos no Ibope, porém não se viu o estouro de audiência do primeiro No Limite e do Big Brother.

Pelo que se viu no domingo 14, não faltará apelação. Três mulheres e três homens, diferentes em cada uma das edições, são submetidos a três provas. Na estréia, duas mulheres saíram logo de cara por não terem a força necessária para pular de um jet ski em movimento para um helicóptero. A segunda era terrível para qualquer um, inclusive o telespectador. Um coquetel de minhocas e baratas vivas deveria ser degustado por cada um dos participantes. Quem não conseguisse engolir estava fora. Incrivelmente, todos os quatro participantes completaram a tarefa – o telespectador que teve estômago para assistir pôde comprovar. Na brincadeira final, que consistia em se equilibrar em uma barra suspensa a 30 metros de altura, aquele que terminasse primeiro levava o prêmio. Tudo isso por causa de R$ 50 mil. Até onde irão os reality shows? É incrível, mas Hipertensão faz ter saudades do Big Brother. Sem limite

 

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