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Diversão & arte - Música

22/04/2002

   
Divulgação
Crow: participações de Lenny Kravitz e Gwyneth Paltrow
 
 
 
 
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Pop/Rock
C’mon, C’mon
Sheryl Crow volta mais roqueira e envenenada

Ramiro Zwetsch

 

Quando a norte-americana Sheryl Crow lançou seu primeiro álbum, Tuesday Night Music Club, em 1993, despejando nas rádios e festinhas o hit “All I Wanna Do” – com um dos refrãos mais envolventes de toda a música pop dos anos 90 – a impressão que se criou era de que ela se tornaria uma colecionadora compulsiva de sucessos radiofônicos.

Passados nove anos, a cantora já lançou mais quatro discos – o quinto, C’mon, C’mon, acaba de chegar ao mercado. De lá para cá, Crow não lançou nenhuma canção com o mesmo impacto de “All I Wanna Do”, mas construiu uma carreira sólida e coerente, atraindo a admiração de um público semelhante ao que idolatra Alanis Morissette e de colegas com mais estrada. Tanto que seu quarto disco, Sheryl Crow and Friends: Live in Central Park, traz participação de pesos pesados do rock, como Eric Clapton, Keith Richards (Rolling Stones) e Chrissie Hynde (Pretenders).

Em C’mon, C’mon, a cantora reaparece mais roqueira, amplificando o volume das guitarras. Já na primeira faixa ela mostra o cartão de visitas com a envenenada “Steve McQueen” – em homenagem ao ator homônimo, que na opinião de Crow, “representa um arquétipo da liberdade de espírito”. Entre as participações, destacam-se Lenny Kravitz (em “You’re an Original”) e a atriz Gwyneth Paltrow (que não compromete em “It’s Only Love”). C’mon, C’mon não foge ao que Crow mostrou até hoje em sua carreira, e com isso deve agradar os fãs da cantora. Rock’n’ roll para garotas

 

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