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22/04/2002

   
Divulgação

Cidade dos Sonhos: quebra-cabeça fascinante

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Suspense
Cidade dos Sonhos
O norte-americano David Lynch transforma piloto para televisão em filme e monta enigma sem solução

Mariane Morisawa

 

David Lynch, criador de Twin Peaks, a série que espantou o mundo e marcou a televisão no início da década de 90, estava prestes a aprontar mais uma das suas na telinha. Ele foi convidado pela emissora norte-americana ABC para desenvolver outro projeto. Em 1999, o piloto estava pronto, mas foi recusado pelo canal. Num estalo, Lynch (Veludo Azul, Coração Selvagem) resolveu transformá-lo em filme. Sorte do cinema, que ganhou Cidade dos Sonhos (Mulholland Drive no original), pelo qual o diretor foi indicado ao Oscar e a quatro Globo de Ouro. Como sempre, levou apenas os principais troféus das associações de críticos.

O cineasta, um dos mais criativos – e malucos – em atividade, espalha enigmas na história de duas mulheres de Los Angeles. A ingênua Betty (Naomi Watts) vem do Canadá para se tornar atriz. Topa com Rita (Laura Harring), que sofreu um acidente e não se lembra de quem é. Elas tentam resolver o mistério, enquanto outras ações e personagens, aparentemente
sem conexão com as duas, povoam a tela, tal qual um sonho. Até que acontece uma reviravolta que há de deixar qualquer um perplexo. Lynch criou um quebra-cabeças daqueles de 5.000 peças, que deixa o espectador matutando horas, até mesmo dias, depois de o filme ter terminado. E, provavelmente, sem chegar a conclusão nenhuma. É esse o grande barato do diretor. Sonho na tela

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