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Celebridade

22/04/2002

   
por Dirceu Alves Jr.
   
Edu Lopes
De cabelos curtos e usando um jeans absurdamente apertado, Luiza Brunet estreou como garota-propaganda da etiqueta Dijon, em 1981, e rapidamente se transformou em símbolo sexual. Vinte anos depois, às vésperas dos 40, ela continua como uma das mais belas mulheres do Brasil

Luiza Brunet

Divulgação

Incontáveis foram as fotos que Luiza Brunet fez para a grife Dijon entre 1981 e 1983. Naquele tempo, raro era abrir uma revista que não exibisse o corpo da morena emoldurado por um jeans absurdamente apertado. “Eu era a gostosona, a boazuda da época. A Dijon foi o start para minha carreira”, relembra a ex-modelo, que, em maio, completa 40 anos ainda no topo da maioria das listas que aponta as mais belas do Brasil. O fim da parceria com a Dijon foi na Justiça. Humberto Saade, dono da etiqueta, registrou o nome da modelo como sua propriedade. Hoje, Luiza prefere não comentar o assunto, mas garante que a briga impulsionou seu trabalho. Aos 24 anos, ela seguiu para a Europa, protagonizou campanhas da Calvin Klein e foi capa do jornal francês Le Figaro. Nada mal para quem nasceu em Itaporã, em Mato Grosso do Sul, foi morar no Rio aos nove anos e, aos 16, estava casada com o empresário Gumercindo Brunet. “Saí do interior do Brasil para ganhar o mundo e me orgulho muito disso”, diz. Preocupações com a chegada dos 40 não existem. “Sou realizada como mulher e profissional. O que posso mais querer?”, pergunta. Luiza, agora, está voltada para o mercado empresarial. Os filhos são dois. O caçula, Antônio, tem dois anos. Yasmin, de 13, já se lança no mundo da moda. A mãe é cautelosa. “Ela precisa ter calma. Qualquer menina quer ser modelo.” Nas últimas semanas, boatos de que sua união com o empresário Armando Fernandez teria chegado ao fim incomodaram Luiza. “É normal um casamento de 19 anos passar por crises. Está tudo resolvido”, encerra o assunto.

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