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ROCK

18/02/2002

White Blood Cells
Dupla norte-americana faz rock pesado, que lembra o dos anos 70

Mariane Morisawa

Divulgação
The White Stripes: guitarra pesada e belas melodias num dos melhores discos de 2001

Apesar de estar na estrada há cinco anos, somente agora, com seu terceiro álbum, a banda The White Stripes alcança reconhecimento. Na verdade, trata-se de uma dupla, formada na cidade industrial de Detroit, nos Estados Unidos, por Jack White (guitarrista e vocalista) e Meg White (bateria). De pele muito branca e cabelos escuros, há quem aposte que eles são irmãos, mas outros garantem que foram marido e mulher. Votado como um dos melhores discos lançados em 2001, White Blood Cells traz guitarras pesadas que compõem um rock inspirado pelos anos 70, além de influências do country e do folk. Em dezesseis músicas, o disco fala de relacionamentos escolares e de amores perdidos. O tom é que varia muito, cativando a cada faixa. Pode ser desde o country “Hotel Yorba” até o rock sujo de “Fell in Love with a Girl”. Jack White, que também é compositor das canções, exibe um lado bem-humorado em “Little Room”, com vocais debochados, e em “I Thing I Smell a Rat”, frase que parece saída de desenho animado. Em “We’re Going to Be Friends”, com levada folk, dá quase para voltar ao clima da escola.

“Offend in Every Way” bem que poderia ser a trilha sonora de alguns desses filmes que revisitam o velho oeste de vez em quando. Mas a dupla mostra também seu lado mais delicado, com belas melodias, como em “The Same Boy You’ve Always Known” e “I Can’t Wait”.

White Blood Cells agrada da primeira à décima sexta faixa com música de qualidade. The White Stripes não apresenta nada de revolucionário, mas, numa época em que é difícil selecionar algo não-descartável entre os lançamentos de discos, já é bastante coisa. Para ouvir do começo ao fim




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