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ARTE

18/02/2002

Bienal 50 anos
Livro revela a importância de Yolanda Penteado
para a Bienal de São Paulo

Paula Alzugaray

Fotos: Divulgação
Guernica, de Pablo Picasso: a obra mais importante da histórica 2ª Bienal de São Paulo

Justiça seja feita. Depois de muito se salientar o papel decisivo que teve Ciccilo Matarazzo, o ilustríssimo fundador da Bienal de São Paulo, na modernização das instituições artísticas brasileiras, eis que surge a figura brilhante de uma primeira-dama das artes. O livro Bienal 50 Anos (352 págs., R$ 120, que pode ser adquirido no diretoriabienal@uol.com.br) evoca a estratégica importância de Yolanda Penteado para a 1ª Bienal.

Yolanda Penteado (com Ciccilo Matarazzo): primeira-dama das arteso

A jovem esposa de Ciccilo e sobrinha de Dona Olívia Guedes Penteado, animadora dos salões do modernismo, ganha destaque como “embaixatriz da primeira Bienal” no texto São Paulo de Ciccilo Matarazzo, de Rosa Artigas. Segundo ela, “a primeira Bienal só aconteceu pelo empenho de Yolanda Penteado”, que viajou para a Europa a fim de convidar pessoalmente os artistas. Sem os contatos sociais, a cultura refinada e o talento para relações públicas de Yolanda, seria muito difícil convencer artistas como o francês Roger Chastel e o suíço Max Bill a se aventurarem em um lugar desconhecido do mapa político e artístico de 1951. O sucesso da estréia foi fundamental para atrair para a edição seguinte um dream team da arte moderna. Com a Guernica, de Pablo Picasso, além de obras de Piet Mondrian, Constantin Brancusi, Paul Klee, Edvard Munch e Georges Bratke, só para citar alguns, a 2ª Bienal é vista como uma das mais importantes mostras de arte moderna já realizadas no mundo.

Com coordenação editorial de Agnaldo Farias, curador da representação brasileira na 25ª Bienal, que será inaugurada em 23 de março, o livro apresenta, edição a edição, os grandes méritos da mostra bienal. Após receber cerca de 56 mil obras de 11 mil artistas, a Bienal pode ser vista como “a maior e mais tradicional instituição voltada à arte contemporânea do hemisfério sul”. Fazendo história




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