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04/02/2002

MÚSICA

BRUNO E MARRONE
Dupla de 1,5 milhão de discos

Cantores sertanejos de Goiás que se conheceram
por intermédio de Leandro e Leonardo chegam ao
auge após 16 anos de carreira e superam Zezé Di
Camargo e Luciano em vendas

Edwin Paladino

Piti Reali
“Não foi fácil, dormia na casa de uma tia que tinha uma goteira bem na minha cabeça”, conta Marrone (à dir.), que era bóia-fria quando criança e é sanfoneiro desde os 5 anos

Eles formam a dupla sertaneja da vez. Arrastam multidões de até 150 mil pessoas para seus shows. O último CD, Acústico ao Vivo, lançado em agosto de 2001, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias. Embalados pelo sucesso “Dormi na Praça”, Bruno e Marrone bateram grandes estrelas do showbiz, como a dupla Zezé di Carmargo e Luciano (1,2 milhão de discos vendidos) e Sandy & Junior (900 mil). O oitavo CD da dupla, quarto pela Abril Music, é o maior sucesso da gravadora no momento. “Somos recorde em tudo”, comemora o sanfoneiro José Roberto Ferreira, de 35 anos, o Marrone.

O sucesso bateu à porta dos sertanejos depois de 16 anos de carreira. O primeiro disco, de 1995, foi gravado pela Continental quando a dupla completava dez anos de estrada. “Cantei por uma década pelos bares”, diz Vinicius Félix de Miranda, o Bruno, 32 anos. Ele conheceu o companheiro de palco depois de um show dos sertanejos Leandro e Leonardo, em Goiânia, em 1985. Na época, estava à procura de um músico para formar uma parceria. Bruno tinha uma amiga que conhecia Leandro e Leonardo e ela o apresentou aos sertanejos, após um show. Bruno perguntou à dupla se conheciam algum músico na cidade. “Um dia depois, numa festa, eles me apresentaram o Marrone. Na hora senti uma empatia muito grande”, conta Bruno.

Piti Reali

Marrone começou a tocar sanfona aos 10 anos de idade, quando morava em Buriti Alegre, a 250 km de Goiânia, onde nasceu, numa família de seis irmãos. Em sua cidade natal, dividia-se entre a lavoura e as sessões de sanfona. “Era bóia-fria. Puxava enxada, tirava leite de vaca e, à noite, tocava em festas na roça”, conta. “Ganhei minha primeira sanfona aos cinco anos”, acrescenta ele, que se mudou para Goiânia aos 14 anos, deixou a escola na quinta série do ensino fundamental e seguiu a vida de músico. “O pessoal se divertia comigo porque era um moleque que tocava sanfona. Mas não foi fácil, dormia na casa de uma tia que tinha uma goteira bem na minha cabeça”, lembra.

Bruno não teve uma infância pobre como a de Marrone. Filho de um comerciante, dono de uma rede de farmácias, ele cresceu numa família de quatro irmãos, em Goiânia. “Sempre tive o que queria”, conta Bruno, que cultivava o sonho de ser cantor. Ele concluiu apenas o ensino fundamental. “Se não fosse cantor, seria só compositor”, diz ele, que tem três composições gravadas pela dupla Zezé Di Camargo e Luciano e uma encomendada para o sertanejo Daniel. Solteiros – Bruno é pai de Vinicius Filho, de 6 anos, fruto de um relacionamento passageiro e que mora em Goiânia –, eles nem pensam em casar por enquanto. O momento é de saborear o sucesso: são 16 shows por mês e uma legião fiel de admiradores. Por isso, Bruno e Marrone não reclamam do assédio das fãs. Bruno, certa vez, surpreendeu-se com uma garota escondida dentro da Van da dupla, após uma apresentação em Guaíra, interior de São Paulo. “Tomei um susto, mas foi divertido”, conta ele, que diz não disputar a atenção das moças com o amigo. “O assédio é igual para os dois. O gosto das mulheres é eclético, tem menina que gosta até do Marrone”, brinca Bruno.

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