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MPB

04/02/2002

Dwitza
Ed Motta coroa sua fase jazzística com disco quase totalmente instrumental

Guga Stroeter

Divulgação
Ed Motta: menos hits e mais experimentalismos em carreira marcada pela liberdade criativa

Grandes gravadoras no Brasil investem em porcarias radiofônicas onde a musicalidade é submetida aos mais inescrupulosos critérios chanchadescos. Mas, de vez em quando, podemos aplaudir a ousadia de produtos que respeitam as convicções profundas de um artista. Essa tem sido a marca registrada da discografia de Ed Motta, que conquistou a rara liberdade de fazer o que lhe dá na telha. Conhecido por seu talento legítimo e por alguns sucessos dançantes como “Manuel”, seu novo trabalho, Dwitza, não se parece com nada que existe por aí. Até o título do álbum é uma palavra inventada por ele. Com sotaque internacional (pronuncia-se “duítza”), o nome é a perfeita tradução do multiculturalismo das suas convicções.

Ed priorizou a composição e o ótimo entrosamento de sua banda; e mergulhou mais uma vez na sonoridade vintage artesanal dos anos 70. Belas harmonias da pós-bossa-nova ocorrem no groove quente e elegante, descendente direto do período mais criativo da Motown. O álbum é ritmicamente rico e afiado, mas não é dançante, e nesse sentido o ouvinte terá o deleite jazzístico de curtir a engenhosidade de estruturas musicais não óbvias. Dwitza contém poucas letras, prevalecem os vocalizes e scat singing no melhor idioma “edmottes”; o que pode decepcionar aos garimpeiros de hits digestivos. Essa é uma obra que merece ser apreciada como um tranqüilo manifesto musical onde a vocação dos instrumentistas tem espaço para acontecer organicamente, com destaque para a seção de sopros composta por Jessé Sadock Filho no trumpete, Lelei no sax-tenor e Aldivas Ayres no trombone. Jazz com sotaque carioca




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