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28/01/2002

CAPA

Executado a sangue frio
Seqüestrado, torturado e morto com sete tiros, o prefeito de Santo André, Celso Daniel, torna-se o maior símbolo da ousadia dos bandidos em São Paulo

Cesar Guerrero, Edwin Paladino e Tiago Ribeiro

VELÓRIO
RECONSTITUIÇÃO
   
Noite de terça-feira 22 Noite de sexta-feira 18 Noite de sábado 19    

Epitácio Pessoa/AE
Policiais civis, militares e federais, além do então secretário de Segurança, Marco Petreluzzi, e do comandante geral da PM, Rui Cesar Mello, observam o corpo: Celso Daniel colocou as mãos no rosto na tentativa de se proteger dos tiros

A imagem do corpo do prefeito de Santo André, Celso Daniel, 50 anos, jogado no chão de terra batida sob o olhar impotente do secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Marco Vinício Petreluzzi, e de agentes das polícias federal, civil e militar, é reveladora. Fruto de um crime absurdamente cruel, ela é o ápice de uma escalada de seqüestros e insegurança, que abala a candidatura do governador Geraldo Alckmin à reeleição e coloca o combate à criminalidade no topo da agenda política do País.

Celso Daniel foi arrancado do interior de uma Pajero preta blindada às 23h30 de sexta-feira 18, quando voltava de um jantar, na badalada churrascaria Rubayat, com o amigo e empresário Sérgio Gomes da Silva. Perseguida por um santana e uma blazer, a Pajero não resistiu às colisões e aos disparos de armas de fogo. Com o câmbio automático quebrado, parou. O impacto das batidas fez as bolsas de ar estourarem e as portas se destravaram automaticamente. Os oito seqüestradores foram rápidos, pegaram Celso enquanto, desgovernado, o carro descia uma ladeira com Sérgio dentro.

Celso Lima
Celso Daniel com a ex-mulher Miriam Belchior no Carnaval de 1989

Durante mais de 24 horas, a família aguardou um pedido de resgate que nunca existiu. Às 7h40 da manhã de domingo, o corpo foi encontrado numa ruela estreita do município de Juquitiba, a 78 quilômetros da capital paulista, mas a confirmação só veio duas horas depois. Ao lado, a carteira continha todos os documentos, mas o rosto estava desfigurado por dois tiros. O assassinato ocorreu por volta da 1h30. Celso vestia jeans e camisa azul clara de manga comprida e nestas roupas está um dos indícios da premeditação do crime. Quando foi seqüestrado, o prefeito vestia calça social bege, camisa de manga curta e blazer. A polícia estranha não apenas a troca, como o fato das novas roupas servirem perfeitamente no prefeito, um homem magro e alto, com 1,88m.

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Executado a sangue frio: 1 | 2 | 3 | 4
Petistas na mira: 1 | 2 | 3
O pesadelo do governador

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