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PING PONG

GLÓRIA PEREZ

Propaganda turística em horário nobre

Silvia Ruiz

Divulgação

Quem assistiu a O Clone na última semana deve ter ficado com um desejo irresistível de passar as férias no Maranhão. Também, depois de uma semana de mantras entoados pela personagem Edna (“Veja, Albieri, que maravilha!”, “Albieri, São Luís é uma beleza!”...), o público deve ter até sonhado com o Estado. Eram cenas e mais cenas de lavadeiras na beira do rio, dunas onde o clone Léo deitava e rolava, comidas típicas, lojinhas de artesanato. E, na seqüência desse verdadeiro city tour por São Luís, dava-se de cara com Roseana Sarney, a governadora maranhense. A candidata do PFL à Presidência aparecia a cada intervalo comercial, falando de seus planos para o Brasil. A dobradinha tratou-se de um acerto comercial entre a Rede Globo e o governo do Maranhão. Segundo a emissora, a Secretaria de Turismo do Estado foi procurada e assinou um contrato de merchandising no qual se comprometia a cobrir os custos da equipe de gravação no local. A autora da novela, Glória Perez, contou à Gente como foi adequar sua trama à propaganda em O Clone.

A inclusão do Maranhão na trama foi uma idéia sua? Por que escolheu o Estado?
Eu e o Jayme Monjardim não escolhemos um Estado, escolhemos um areal. Analisamos vários e não achamos nenhum mais bonito que os Lençóis. Feita essa escolha, fecharam um merchandising de turismo.

A propaganda positiva em O Clone esconde que o Maranhão é o Estado mais pobre do País (segundo o Censo 2000). Você sempre teve uma preocupação social em suas novelas. Teve de ir contra seus princípios ao ter de tecer somente elogios rasgados ao Estado?
Elogios rasgados ao Estado? Desculpe, a personagem Edna elogiou manifestações da cultura brasileira, como bumba-meu-boi, o tambor de criola, o arroz de cuxá. Em nenhum momento se falou de administração nem houve o elogio da situação social ou econômica do Estado. Aliás, se o critério fosse esse, excluir como cenários lugares onde a situação social seja deplorável, deveríamos passar a gravar fora do Brasil: todas as novelas se passariam na Dinamarca.

Não acha que a Globo acaba fazendo campanha indireta para a Roseana quando exibe a dobradinha cenas do Maranhão na novela/ Roseana nos comerciais? Acha ético a emissora privilegiar o Estado de uma candidata à Presidência?
Essa é a segunda insinuação de que estamos fazendo política partidária na novela: já nos acusaram também de estar promovendo a candidatura do Garotinho porque as personagens que fazem parte do subúrbio gostaram do piscinão. Confundir isso com campanha política é me acusar de criar uma chapa que nem o Dr. Albieri conseguiria construir: “Roseana & Garotinho”. Fazer um clone aqui na minha cozinha seria muito mais fácil!




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