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07/01/2002

TRIBUTO

CÁSSIA ELLER
Malandragens de uma garotinha
Em sua última entrevista a Gente, há 20 dias, a maior roqueira do Brasil na atualidade disse que se sentia realizada na carreira, garantiu ter deixado a cocaína
e revelou que seu problema era beber

Luís Edmundo Araújo

Edu Lopes
Cássia toca gaita em foto para Gente inspirada num ensaio de Bob Dylan para a revista Rolling Stones: “Não toco há muito tempo. Vou arriscar”, disse ela

O rock nacional perdeu sua maior representante no sábado 29 de dezembro em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. Cássia Eller, a nossa Janis Joplin, escreveu seu nome na história da música brasileira com interpretações viscerais e uma postura naturalmente irreverente. Aos 39 anos, 11 de carreira, a cantora estava no auge e desfrutava do sucesso dos 400 mil discos vendidos do Acústico MTV. Deixará um vazio nos palcos difícil de ser preenchido. A seguir, fotos e trechos – na maioria inéditos – da última entrevista de Cássia Eller a Gente.

Palco “É uma hora linda, sagrada, a que a gente mais espera. Dá aquele nervosismo normal antes de entrar no palco. Dá um frio na barriga eterno, mas aí, quando a gente entra e começa a tocar, já viaja, descamba pra outros lugares. Isso sempre foi assim comigo, desde o início da carreira”

Carreira “Me sinto super-realizada. Tenho uma alegria quando eu penso que sempre trabalhei muito, com muito amor e sinceridade. Até hoje me assusto quando vou a um lugar aberto e tem 30 mil pessoas me vendo. Me espanto. Não era assim até o ano passado comigo. Suava para botar mil pessoas num lugar”

Divulgação
Com o filho Chicão, hoje com oito anos, criado por ela e Eugênia, sua companheira de 14 anos

Drogas “Eu cheirava muita cocaína. Parei total, graças a Deus. Fiquei um tempo sem beber também e isso me fez bem. Não foi nem exatamente por causa do Chicão que parei, meu corpo não estava mais agüentando. Durante a gravidez parei porque, milagrosamente, enjoei de cigarro, café, maconha, de tudo. Cocaína então, lógico. Não ia fazer uma coisa dessas. Aí o Chicão nasceu, amamentei e depois caí de novo na farra”

Tratamento “Fiz um tratamento de desintoxicação no fim de 1998 e no início de 1999. Esqueci o absorvente lá dentro, vinte dias. É o fim da picada, é estado crítico total, não pode. Aí me lembrei do dia em que coloquei o absorvente e da situação. Estava cheirando numa festa. Eu embalava dois, três dias sem parar. Aí deu um clique, fiquei pirada com essa história. O meu problema hoje é que eu bebo, entorno uma cana. Eu gosto de birita”

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