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ROCK

07/01/2002

Driving Rain
Paul McCartney traz de volta os tempos
dos Beatles em novo disco

 Ouça trecho das músicas Freedom
e
From a lover to a friend
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Ramiro Zwetsch

Divulgação
Paul McCartney: rock sem floreios e lindas baladas

Certamente não servirá de consolo para a morte de George Harrison, mas Driving Rain, novo disco de Paul McCartney, pode servir perfeitamente como trilha sonora para a melancolia dos beatlemaníacos que ainda não se conformaram com o falecimento do guitarrista.

Paul está em ótima forma, cantando quase como nos velhos tempos e apresentando o esmero harmônico que era seu diferencial dentro dos Beatles. Como deve-se imaginar, ele não consegue repetir o êxito de maravilhas como “Eleanor Rigby”, “For No One” ou “Blackbird”. Isso é praticamente impossível.

Driving Rain, no entanto, traz um frescor de Beatles – mais evidente do que nos seus discos a década de 80 para cá. Isso se deve, provavelmente, ao método de gravação que Paul adotou nesse novo álbum. Ele optou por mostrar as músicas aos outros músicos somente no dia da gravação – sem preliminares, por assim dizer.

A conseqüência desse método é a espontaneidade e crueza que transparecem nos arranjos e realçam o impacto das melodias. É rock sem floreios, portanto, algo que os Beatles fizeram de forma genial.

Como sempre foi, ele se sai bem tanto na composição das baladas como nos rocks mais rápidos. Do primeiro grupo, destacam-se as belas “From a Lover To a Friend” e “Your Way” – em ambas Paul recupera o falsete que era uma de suas marcas nos Beatles. Entre os rocks mais acelerados, o melhor fica por conta de “Rinse the Raindrops” que carrega na distorção da guitarras e no vocal rasgado. O bom e velho Paul




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