25 de outubro de 1999
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Maratona Clássica

Gabriela Mellão

A cada dois anos, sem muito alarde, a música de concerto brasileira faz sua festa. Reúne os melhores instrumentistas e compositores do País numa maratona de apresentações, no Rio de Janeiro. O encontro leva o nome de Bienal da Música Brasileira Contemporânea. Muita gente nunca ouviu falar, mas a pouca visibilidade não faz jus à importância do evento.

Mais estruturado e acessível ao grande público na sua 13.ª edição, a Bienal comemora a chegada do próximo milênio com uma retrospectiva das 100 obras brasileiras mais importantes do século - com homenagens a Heitor Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno - e conta pela primeira vez com músicos de vários Estados. É o caso da Orquestra Sinfônica da Bahia, que vem para dar um panorama dos compositores de seu Estado, como Wellinton Gomes.

O preço simbólico dos ingressos, R$ 1, e o agrupamento didático das apresentações faz o evento acolher também os menos entendidos. A intenção é que eles não só ouçam, mas entendam a evolução da nossa música clássica. As apresentações - de música sinfônica, eletroacústica, cênica, de câmara - acontecem em três palcos cariocas, de 20 e 29 de outubro.

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