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JOANA FOMM

23/07/2001

“Tinha medo de tudo” - CONTINUAÇÃO

Leandro Pimentel

“Tenho um projeto de um programa para o Multishow, que talvez não saia por causa da minha idade. Podem achar que uma carinha nova fique melhor. Mas vai perder o tom”

Como você se sentiu?
Senti falta da infra-estrutura e do know-how, que não há nas outras emissoras. Além disso, me sentia tão em casa que esqueci que era uma empresa. Foi chato à beça. Hoje tenho consciência de que é uma empresa que faz a melhor televisão. Mas soube esperar, comecei a me movimentar até ir para o SBT e a Bandeirantes, onde fui bem recebida e bem tratada.

O que você fez enquanto esperava algum convite?
Escrevi mais, tive idéias de programas, inventei coisas. Até mesmo pelo medo. Mas foi bom porque comecei a descobrir capacidades em mim. Recomecei a fazer teatro, viajei com uma peça, algo que passei um tempão com pânico de fazer.

Pânico de fazer teatro?
É. Tive pânico durante muito tempo, ainda tenho um pouco de pânico de palco. Tive de fazer teatro com pânico ou sem pânico. Foi difícil, mas encarei e foi uma vitória. O obstáculo é que te faz crescer.

Como começou a fobia de teatro?
Não foi só de palco, tive doença de pânico mesmo, tinha medo de tudo. Não tenho idéia porque aconteceu, talvez depois de ter filho. O palco ainda me dá uma sensação não confortável com o público, aquela coisa cara a cara. Ainda falta eu liberar algo, há um certo temor dentro de mim. O teatro de grupo não tenho medo de fazer, mas o profissional é difícil. Mas, é claro, já me diverti à beça.

Como superou?
Me curei aos poucos depois que descobri que nunca tinha sido corajosa na vida. Foi o psicanalista Hélio Pellegrino que me disse isso. Me atirar em tudo, fazer as coisas, enfrentar mesmo a vida, não era força. Apenas corria para frente. De repente parei de correr e me deu medo. A partir daquele momento, fiquei mais racional e fui entendendo minha timidez. Eu era um bicho papão, então para sair dessa corria para frente.

Quando isso aconteceu?
Depois que nasce um filho ocorre uma mudança muito grande. Foi a primeira vez que eu vivi isso, depois passou. Mais tarde voltei a ter de novo, também um pouco por causa da responsabilidade de ser mãe. Tempos depois voltei a viver um período grande de pânico. Mas eu não estou fazendo mais tratamento não, mesmo porque eu sinto que estou fazendo tudo o que quero fazer da minha forma. Mais atirada e estabanadamente.

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