Ceará e Pernambuco trazem empresas digitais para feira
Quarta, 21 de agosto de 2002, 15h33

Além da disputa de países, outra disputa geográfica da feira acontece entre os nordestinos Ceará e Pernambuco. O Ceará terá em seu pavilhão 10 expositores. O pavilhão tem o patrocínio do Sebrae-CE, do Governo do Estado e o investimento total foi de R$ 200 mil. O Insoft (Instituto do Software do Ceará) organizou o pavilhão. Entre as empresas que estarão representando o Ceará no evento estão Softbuilder, Etisa, Sena Informática, Inteq e Secrel. Pernambuco também tem seu próprio pavilhão, ocupa 225m2 (enquanto o Ceará está com 140m2). A iniciativa foi do Núcleo de Gestão do Porto digital – organização social sem fins lucrativos – em conjunto com as organizações de suporte ao crescimento tecnológico do Estado, como Softex, Sebrae, Governo do Estado, Banco do Nordeste, Prefeitura do Recife, Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) e as empresas participantes. Estão no pavilhão de Pernambuco empresas como Procenge, Mobile, Portais Brasil, Ipad, Zaite e Everest, além das âncoras do Porto Digital: o C.E.S.A.R (com suas unidades de negócio), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma), o Softex-Recife, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Centro Apolo de Integração e Suporte a Empreendimentos de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cais do Porto). O Porto Digital já reúne 33 empresas (com 330 profissionais), centros de pesquisa e órgãos governamentais. Para abrigar o Porto foram aplicados R$ 33 milhões em recursos estaduais, quantia proveniente da privatização da Companhia Elétrica de Pernambuco (Celpe), e mais de R$ 5 milhões da iniciativa privada. O dinheiro foi utilizado em revitalização da região. As obras também incluíram o embutimento de dutos para passagem de fibras óticas ao longo de 26 quilômetros, e uma rede wireless com alcance de 3km.
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