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Guerra contra terror inclui luta à pirataria de filmes e música

Segunda, 17 de março de 2003, 10h13

O governo do presidente norte-americano George W. Bush anunciou que a guerra contra o terrorismo inclui medidas para impedir que a renda de filmes e música pirateados seja revertida para o financiamento de redes terroristas.

O assistente da Procuradoria Geral de Justiça dos Estados Unidos, John Malcolm, em depoimento no Capitólio, disse que não há provas de que isso esteja acontecendo, mas é uma conclusão óbvia. Ele disse que a pirataria mundial, um negócio multimilionário, está ligada a quadrilhas de crime organizado, que às vezes apóiam atividades terroristas.

"Neste ponto, quero ser bem claro: deter o terrorismo é a única prioridade máxima do Departamento de Justiça. Estamos constantemente examinando as ligações possíveis entre os crimes tradicionais e o terrorismo, e vamos continuar fazendo isso", disse Malcolm ao subcomitê judiciário da Câmara dos Deputados.

O presidente da Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos, Jack Valenti, depois de testemunhar ao lado de Malcolm, anunciou a criação da Coalizão da Indústria do Entretenimento pelo Comércio Livre.

O grupo, que reúne todos os conglomerados de filme e música, vai instruir os legisladores dos EUA sobre as negociações internacionais pelo estabelecimento de leis de direitos autorais fora em outros países.

No depoimento ao Congresso, Valenti frisou que a Internet não é a única ameaça digital, afirmando que os negócios de pirataria de DVDs e CDs na Rússia e na Ásia estão sendo tocados a todo vapor.

Valenti disse que a pirataria internacional acaba com o comércio legítimo e é dominada por "grupos criminosos internacionais altamente organizados e violentos". Segundo ele, a indústria jamais dará conta sozinha de penetrar nesses grupos e averiguar "as vias sombrias para onde os lucros são encaminhados".

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