Almir Chediak é sepultado no Rio de Janeiro
Generino Pedro da Silva, de 36 anos, um dos envolvidos no assassinato do músico Almir Chediak, na noite do dia 26, em Araras, Região Serrana do Rio, confessou nesta quarta ter matado o produtor musical.
Antes de admitir a autoria do crime, Generino levou os policiais da 106ª DP (Itatiaia) à Rua Leonor Maia, no bairro Independência, em Petrópolis, onde estava escondida, no meio da mata, a arma que matou Almir – um revólver calibre 38, sem registro.
Generino e Roberto Carlos dos Prazeres, de 35 anos, conhecidos como Rei do Gado e Robertinho, respectivamente, foram presos por policiais da 106ª DP (Itaipava) na terça-feira.
Nos depoimentos, Generino e Roberto acusaram-se mutuamente como autores dos disparos. Como Roberto era caseiro do vizinho da vítima, a versão de Generino poderia ser considerada a mais provável: Robertinho teria decidido matar Chediak com medo de ser reconhecido por ele.
O chefe de Polícia Civil, Álvaro Lins, afirmou, então, que essa era a hipótese mais provável para se saber quem matou Chediak.
Generino será indiciado pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) e pode ser condenado a 30 anos de prisão, enquanto Robertinho deve responder por roubo e cúmplice no assassinato. No dia 2, ambos participarão da reconstituição do crime, em Araras.