|
Vencedores do No Limite capitalizam a fama
Domingo, 28 de outubro de 2001, 15h10
A cabeleireira Elaine, vencedora da primeira edição de No Limite, ainda desfruta da fama conquistada no programa. Depois de ganhar a primeira mandala dos quatro elementos, Elaine virou "garota-propaganda" de várias empresas. Autora do livro Vencendo Limites, passou a dar palestras de auto-ajuda por todo o país. No final do ano, ela pretende estrear como atriz na peça infantil O Rei Leão na Floresta Amazônica. Nela, Elaine vai interpretar o papel de um urubu. "Se eu tiver de virar atriz, ótimo. Senão, volto para o salão de cabeleireiro sem o menor problema", analisa. Outra que ainda rentabiliza o sucesso adquirido em No Limite é Andréa Baptista. Mesmo assim, ela culpa a edição do programa pela fama de encrenqueira. "Todo mundo tinha dias ruins lá", defende-se. Com os R$ 300 mil que ganhou da Playboy para aparecer nua em pelo nas páginas da revista, Andréa comprou uma casa no Rio. Atualmente, cobra R$ 5 mil para aparecer em eventos e desfiles. Ao contrário de Elaine e Andréa, Léo, o ganhador da segunda edição de No Limite, não pretende seguir "carreira artística". "Valeu a experiência. Mesmo assim, se tivesse de passar por tudo aquilo de novo, não aceitaria. Quanto ao dinheiro, comprei uma casa e troquei de carro", contabiliza.
André Bernardo / TV Press
|