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Líder da Liga das Nações, seleção brasileira masculina destaca força da torcida em Cuiabá

Brasil derrotou a Rússia e chegou a 11 vitórias em 12 jogos na competição

24 jun 2019
09h41
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A seleção brasileira masculina de vôlei encerrou a quarta e penúltima semana de jogos da Liga das Nações na liderança da fase de classificação e praticamente classificada à fase final, que será entre 10 e 14 de julho, em Chicago, nos Estados Unidos. Com a vitória sobre a Rússia por 3 sets a 0, na noite de domingo, em Cuiabá, o time comandado pelo técnico Renan Dal Zotto ultrapassou o Irã para assumir a ponta. Para todos, a força da torcida na capital do Mato Grosso fez diferença.

"Nós tínhamos a expectativa de um jogo duríssimo e para vencer precisaríamos ir bem em todos os fundamentos. Enfrentamos algumas dificuldades no passe, eles (russos) nos agrediram muito no saque, mas soubemos suportar essa pressão. E o fator casa fez a diferença, a torcida jogou junto, especialmente no terceiro set, não deixou o time baixar a guarda. No final do jogo conseguimos buscar, novamente, graças a força de quem veio do banco", comentou o treinador.

A equipe brasileira soma 11 vitórias em 12 partidas. Na primeira semana, em Katowice, na Polônia, venceu Estados Unidos, Austrália e Polônia; na segunda, em Tóquio, no Japão, bateu Irã, Japão e Argentina; e em Portugal sofreu seu primeiro resultado negativo, para a Sérvia, mas ganhou da China e de Portugal. Em Cuiabá, o Brasil também venceu a Bulgária e a Alemanha.

Agora a seleção verde e amarela segue para Brasília, onde irá disputar a quinta e última etapa da fase de classificação. Os jogos serão de sexta-feira a domingo contra França, Canadá e Itália, nesta ordem, sempre no ginásio Nilson Nelson.

O líbero Thales garantiu que o poder de reação da equipe é um fator chave. "A gente jogou bem, especialmente nos primeiros sets. Sofremos um pouco no passe, que é o que eu consigo organizar bem. Mas conseguimos estabilizar e errar menos. Eles têm potencial físico, são bem fortes, atacam bem, mas temos mais habilidade. No final deste terceiro set, quebramos o passe deles, Lucarelli sacou muito, Alan fechou o jogo sacando. Tivemos foco e confiança, na hora da decisão o Brasil é muito forte", disse.

Estadão
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